Athletico jogou meio tempo e venceu; Coritiba jogou tempo inteiro e só empatou
No horário matinal de um domingo ensolarado o Athletico recebeu a Chapecoense, na Arena da Baixada, e fez a gentileza de facilitar a vida dos visitantes não jogando nada no primeiro tempo. Com um meio de campo inexistente e com os alas em baixa rotação – Benavídez não pôde jogar e foi substituído por Gilberto […]
No horário matinal de um domingo ensolarado o Athletico recebeu a Chapecoense, na Arena da Baixada, e fez a gentileza de facilitar a vida dos visitantes não jogando nada no primeiro tempo.
Com um meio de campo inexistente e com os alas em baixa rotação – Benavídez não pôde jogar e foi substituído por Gilberto e Esquivel esteve em manhã pouco inspirada –, além de Portilla e Dudu que simplesmente não conseguiram acionar o ataque.
No intervalo o técnico Odair Hellmann procedeu duas alterações que mudaram completamente o panorama: saíram Julimar e Portilla, que não justificam a titularidade pelas últimas atuações, e entraram Bruninho e Zapelli. Bruninho fez três jogadas pessoais sensacionais, mas foram os colombianos que levaram a torcida atleticana ao delírio.
Aos 12 minutos, Dudu passou a bola para Viveros que acionou Mendoza, em virada aérea, colocando a bola no fundo das redes catarinenses. No segundo gol, João Cruz, que entrou bem no jogo, lançou Viveros com um passe açucarado e festa na Arena da Baixada./https%3A%2F%2Fmedia.umdoisesportes.com.br%2Fmain%2F2026%2F04%2Fmendoza-athletico-chapecoense.jpg)
Na entrada dos times no gramado do estádio Nilton Santos, o Engenhão no Rio de Janeiro, observei uma foto decorativa que me remeteu ao passado na máquina do tempo da memória: Quarentinha e Sicupira, que formaram o ataque do Botafogo ao lado de Jairzinho, Gerson e Zagallo no dourados anos sessenta. Quanta saudade!
Coritiba se impôs como visitante no Engenhão
Bola rolando e o Coritiba se impôs, mais uma vez, como visitante inconveniente, ousado e competente. Lucas Ronier, Pedro Rocha e Josué criaram e perderam boas chances para a marcação do gol.
O Botafogo estava perdidinho em campo, até que Josué lançou Breno Lopes que não se fez de rogado e mandou para o fundo das redes do goleiro Raul, sósia do dirigente Sergio Malucelli – o Salada – do Irati, Athletico e Londrina./https%3A%2F%2Fmedia.umdoisesportes.com.br%2Fmain%2F2026%2F04%2Fbreno-lopes-botafogo-coritiba.jpg)
O Botafogo reagiu, equilibrou as ações e o técnico Fernando Seabra colocou Vini Paulista no lugar de Wallisom na primeira substituição, mas Danilo empatou com estilo. Breno Melo perdeu um gol injustificável e na falha coletiva da defesa coxa-branca, Arthur Cabral virou o placar.
Menos mal que, em passe equivocado do zagueiro botafoguense, Lavega empatou. Assim, o Athletico jogou meio tempo e venceu; o Coritiba jogou o tempo inteiro e empatou de novo.


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