Brasil domina card principal do UFC 325; veja como foram as lutas

O UFC 325, que aconteceu na noite de sábado (31) em Sidney, na Austrália, teve três representantes brasileiros —todos no card principal. Um deles, inclusive, era Diego Lopes, que disputou o cinturão peso-pena com Alexander Volkanovski. Apesar da derrota do manauara na luta principal, o saldo foi positivo para o Brasil; Diego fez uma ótima […]

Fev 1, 2026 - 10:00
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Brasil domina card principal do UFC 325; veja como foram as lutas

O UFC 325, que aconteceu na noite de sábado (31) em Sidney, na Austrália, teve três representantes brasileiros —todos no card principal. Um deles, inclusive, era Diego Lopes, que disputou o cinturão peso-pena com Alexander Volkanovski.

Apesar da derrota do manauara na luta principal, o saldo foi positivo para o Brasil; Diego fez uma ótima luta e saiu do octógono de cabeça erguida. Os outros dois brasileiros, Maurício Ruffy e Tallison Teixeira, vinham de derrota e conquistaram grandes vitórias.

Maurício Ruffy

Após uma performance irreconhecível diante de Benoit Saint Denis em setembro de 2025, Maurício Ruffy até se emocionou ao nocautear Rafael Fiziev no finalzinho do segundo round. O brasileiro começou a luta com cautela, estudando o adversário, e se soltou assim que encontrou a distância certa.

A partir daí, Fiziev não conseguiu mais controlar o espaço para seguir golpeando Ruffy com contundência. A luta seguiu em pé, até que Maurício disparou um knockdown. Rafael tentou se manter ativo, chegou a reagir, mas acabou sofrendo o nocaute.

“Jesus é meu Senhor, minha vida. Da última vez que lutei, meu irmão estava ali. Ele se foi, tirou a própria vida. Vocês não podem fazer isso, conheçam Jesus. Desculpa por chorar”, desabafou o alagoano. “Nós tínhamos o plano perfeito, o grande desafio não foi o Fiziev, foi tudo que eu passei para chegar até aqui”, afirmou.

Por último, Ruffy fez um pedido direto a Dana White e Hunter Campbell: uma vaga no card da Casa Branca, que acontece em junho, contra Paddy Pimblett ou Conor McGregor.

Tallison Teixeira

Tallison subiu no octógono confiante e paciente, esperando o primeiro movimento de Tai Tuivasa para contra-atacar. Em menos de 30 segundos, ele conseguiu derrubar o australiano no single leg, dominando o chão até o fim do primeiro round.

Empurrado pela torcida em Sidney, Tai voltou mais agressivo para o segundo assalto, mas o cenário do primeiro se repetiu; o australiano precisou partir para o tudo ou nada no terceiro round, impondo um bom momento de trocação que chegou a fazer Teixeira cambalear.

O brasileiro, no entanto, aguentou firme e se aproveitou do cansaço de ambos para investir no clinche até os segundos finais. Como não foi nocauteado e já havia vencido os dois primeiros assaltos, ele levou a luta por decisão unânime dos juízes.

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