Casal paga por apartamento vendido duas vezes e Justiça manda devolver dinheiro
Apartamento de condomínio em Praia Grande (SP) nunca foi entregue aos compradores Reprodução A Justiça Federal de Santos, no litoral de São Paulo, condenou uma construtora e a Caixa Econômica Federal a ressarcir um casal que financiou um apartamento que nunca foi entregue em Praia Grande (SP). A decisão ainda determinou uma indenização de R$ 20 mil às vítimas, que descobriram que a unidade também havia sido vendida para outra pessoa. Ainda cabe recurso sobre a decisão. A sentença, da 3ª Vara Federal de Santos, foi favorável a um casal de consumidores que comprou um apartamento no Residencial La Premier III. O empreendimento foi ofertado pela Sculp Construtora e Incorporadora Ltda., que abandonou a obra e decretou falência. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. O casal firmou um contrato de reserva em fevereiro de 2020, pelo valor de R$ 330 mil. O documento garantia prioridade na compra do apartamento no empreendimento. Em junho, os compradores fizeram um financiamento pela Caixa, usando um imóvel avaliado em R$ 199 mil como garantia. Durante o processo, eles descobriram que a unidade que haviam financiado foi vendida em duplicidade. Mesmo assim, a Caixa e a construtora se recusaram a rescindir os contratos. A decisão da juíza Juliana Blanco Wojtowicz, porém, determinou a rescisão dos contratos de compra, venda e de financiamento, a devolução integral dos valores pagos e condenou a Caixa e a construtora ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais ao casal.

Apartamento de condomínio em Praia Grande (SP) nunca foi entregue aos compradores Reprodução A Justiça Federal de Santos, no litoral de São Paulo, condenou uma construtora e a Caixa Econômica Federal a ressarcir um casal que financiou um apartamento que nunca foi entregue em Praia Grande (SP). A decisão ainda determinou uma indenização de R$ 20 mil às vítimas, que descobriram que a unidade também havia sido vendida para outra pessoa. Ainda cabe recurso sobre a decisão. A sentença, da 3ª Vara Federal de Santos, foi favorável a um casal de consumidores que comprou um apartamento no Residencial La Premier III. O empreendimento foi ofertado pela Sculp Construtora e Incorporadora Ltda., que abandonou a obra e decretou falência. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. O casal firmou um contrato de reserva em fevereiro de 2020, pelo valor de R$ 330 mil. O documento garantia prioridade na compra do apartamento no empreendimento. Em junho, os compradores fizeram um financiamento pela Caixa, usando um imóvel avaliado em R$ 199 mil como garantia. Durante o processo, eles descobriram que a unidade que haviam financiado foi vendida em duplicidade. Mesmo assim, a Caixa e a construtora se recusaram a rescindir os contratos. A decisão da juíza Juliana Blanco Wojtowicz, porém, determinou a rescisão dos contratos de compra, venda e de financiamento, a devolução integral dos valores pagos e condenou a Caixa e a construtora ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais ao casal.

