Contestação de provas, ‘pressão sobre testemunhas’ e saúde mental: as estratégias de Jairinho e Monique no caso Henry Borel
Jairinho e Monique Medeiros no banco dos réus pela morte de Henry Borel Brunno Dantas/TJRJ As defesas dos réus pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, em 2021, elaboraram diferentes estratégias para tentar a absolvição no júri popular que começa nesta segunda-feira (23). Os advogados de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, apostam na contestação de provas periciais para tentar absolver o réu e na falta de acesso a outros elementos da investigação para, ao menos, adiar o júri. Já a defesa de Monique Medeiros pretende provar no Tribunal do Júri que ela não tinha conhecimento das agressões contra o filho e que vivia sob uma rotina de violência nas mãos de Jairinho, apontado por ela como o responsável pela morte de Henry. Segundo sua defesa, Monique vem enfrentando uma depressão com a proximidade do julgamento. Os advogados querem provar aos jurados que Jairinho, além de cometer o crime, atuou para calar testemunhas do processo, e que a babá Thayná de Oliveira Ferreira seria cúmplice de Jairinho em episódios de tortura.

Jairinho e Monique Medeiros no banco dos réus pela morte de Henry Borel Brunno Dantas/TJRJ As defesas dos réus pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, em 2021, elaboraram diferentes estratégias para tentar a absolvição no júri popular que começa nesta segunda-feira (23). Os advogados de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, apostam na contestação de provas periciais para tentar absolver o réu e na falta de acesso a outros elementos da investigação para, ao menos, adiar o júri. Já a defesa de Monique Medeiros pretende provar no Tribunal do Júri que ela não tinha conhecimento das agressões contra o filho e que vivia sob uma rotina de violência nas mãos de Jairinho, apontado por ela como o responsável pela morte de Henry. Segundo sua defesa, Monique vem enfrentando uma depressão com a proximidade do julgamento. Os advogados querem provar aos jurados que Jairinho, além de cometer o crime, atuou para calar testemunhas do processo, e que a babá Thayná de Oliveira Ferreira seria cúmplice de Jairinho em episódios de tortura.

