De rotação do pé a 195 beijos em 30 segundos, médico brasileiro mantém seis recordes no Guinness: 'Sou viciado em vencer'
Médico brasileiro entra para o Guinness após dar 195 beijos em 30 segundos Quebrar recordes mundiais virou um hobby para o médico Renato Bayma Gaia, de 32 anos, que mora em São José dos Campos, no interior de SP. Depois de conquistar o recorde de mais beijos dados por um casal em 30 segundos, confirmado nesta semana pelo Guinness World Records, ele mantém seis marcas reconhecidas oficialmente e diz que ainda pretende aumentar essa lista. Ao g1, Renato contou que o sonho começou ainda na infância, mas o primeiro recorde veio recentemente, em 2021. Desde então, Renato passou a buscar novos desafios e afirma que a competitividade foi um combustível para continuar. "Eu tinha uns 10 anos quando assistia ao programa do Guinness Book. Eu pensava: 'Poxa, eu quero entrar para o Guinness'. Com o tempo isso passou, mas voltou por volta de 2017. Aí decidi tentar de verdade", relembra. "Sou viciado em vencer. Eu sempre fui muito competitivo. Sou bicampeão da cidade no futebol, faixa-preta de taekwondo, sempre gostei de ganhar medalha e evoluir de nível. A ambição foi aumentando e eu continuei quebrando recordes", disse. LEIA TAMBÉM: Médico brasileiro bate recorde e entra para o Guinness após dar 195 beijos em 30 segundos na namorada Médico brasileiro também se dedica ao esporte. Arquivo pessoal O médico já conquistou oito recordes ao longo da trajetória e atualmente mantém seis reconhecidos pelo Guinness. Entre os feitos, estão o de maior rotação de pé do mundo, o de tempo mais rápido para empilhar e derrubar 10 livros, o de digitar com um dedo o nome da cidade galesa Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch e, mais recentemente, o de 195 beijos dados em 30 segundos ao lado da namorada, entre outros. Segundo Renato, algumas marcas exigem preparação, enquanto outras dependem mais de técnica. "Tem alguns que eu treino um pouquinho mais. Eu não tenho muito tempo, porque sou médico, mas às vezes tiro meia hora do dia para treinar." Renato explica que qualquer pessoa pode tentar bater um recorde mundial. O primeiro passo é criar uma conta no site do Guinness World Records e escolher uma categoria. Depois da inscrição, a organização envia um regulamento com todas as regras e as evidências que precisam ser apresentadas, como vídeos, testemunhas e documentos. Após realizar a tentativa, o candidato envia o material para análise. "Eu fiz tudo de graça mesmo. Eles demoram de três a cinco meses para avaliar. Existe uma modalidade prioritária, mas custa cerca de R$ 5 mil." Segundo ele, não há prêmio em dinheiro para quem conquista um recorde. "Essa é a pergunta que eu mais recebo. Não ganho nada. Recebo um certificado, mas não há remuneração." Médico brasileiro já apareceu no livro do Guinness Arquivo pessoal Livro físico e camisa de São José Além dos certificados, Renato também conseguiu um feito raro: apareceu duas vezes na edição impressa do Guinness World Records. "Tem gente que passa a vida inteira sem conseguir entrar no livro físico. Eu consegui aparecer duas vezes e isso foi muito legal." Em algumas tentativas, ele faz questão de representar a cidade onde mora. Em um dos recordes, usou a camisa do São José Esporte Clube. "Eu sou frequentador assíduo dos jogos do São José e gosto muito do clube. Acho que é uma forma legal de representar o time e a cidade." Médico brasileiro bate recorde mundial e entra para o Guinness após dar 195 beijos em 30 segundos na namorada Divulgação Muito além dos recordes Renato afirma que as conquistas servem também para divulgar causas que considera importantes. Diagnosticado com TDAH aos 28 anos, ele diz que quer mostrar que pessoas com o transtorno podem alcançar grandes objetivos. "Quero provar que pessoas com TDAH são capazes de tudo o que elas quiserem." Outra bandeira defendida por ele é a doação de medula óssea. O pai de Renato precisou de um transplante, experiência que o motivou a se cadastrar como doador e incentivar outras pessoas a fazerem o mesmo. "A compatibilidade é muito baixa, cerca de uma em 100 mil pessoas. Quero usar meus recordes para incentivar a doação de medula óssea." Apesar das seis marcas já reconhecidas, ele garante que ainda não pretende parar. "Quero incentivar mais brasileiros a tentarem quebrar recordes. O Brasil é um país enorme e ainda participa pouco do Guinness. Acho que seria muito legal ver mais brasileiros conquistando essas marcas." Médico brasileiro bate recorde mundial e entra para o Guinness após dar 195 beijos em 30 segundos na namorada Guinness World Records Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Médico brasileiro entra para o Guinness após dar 195 beijos em 30 segundos Quebrar recordes mundiais virou um hobby para o médico Renato Bayma Gaia, de 32 anos, que mora em São José dos Campos, no interior de SP. Depois de conquistar o recorde de mais beijos dados por um casal em 30 segundos, confirmado nesta semana pelo Guinness World Records, ele mantém seis marcas reconhecidas oficialmente e diz que ainda pretende aumentar essa lista. Ao g1, Renato contou que o sonho começou ainda na infância, mas o primeiro recorde veio recentemente, em 2021. Desde então, Renato passou a buscar novos desafios e afirma que a competitividade foi um combustível para continuar. "Eu tinha uns 10 anos quando assistia ao programa do Guinness Book. Eu pensava: 'Poxa, eu quero entrar para o Guinness'. Com o tempo isso passou, mas voltou por volta de 2017. Aí decidi tentar de verdade", relembra. "Sou viciado em vencer. Eu sempre fui muito competitivo. Sou bicampeão da cidade no futebol, faixa-preta de taekwondo, sempre gostei de ganhar medalha e evoluir de nível. A ambição foi aumentando e eu continuei quebrando recordes", disse. LEIA TAMBÉM: Médico brasileiro bate recorde e entra para o Guinness após dar 195 beijos em 30 segundos na namorada Médico brasileiro também se dedica ao esporte. Arquivo pessoal O médico já conquistou oito recordes ao longo da trajetória e atualmente mantém seis reconhecidos pelo Guinness. Entre os feitos, estão o de maior rotação de pé do mundo, o de tempo mais rápido para empilhar e derrubar 10 livros, o de digitar com um dedo o nome da cidade galesa Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch e, mais recentemente, o de 195 beijos dados em 30 segundos ao lado da namorada, entre outros. Segundo Renato, algumas marcas exigem preparação, enquanto outras dependem mais de técnica. "Tem alguns que eu treino um pouquinho mais. Eu não tenho muito tempo, porque sou médico, mas às vezes tiro meia hora do dia para treinar." Renato explica que qualquer pessoa pode tentar bater um recorde mundial. O primeiro passo é criar uma conta no site do Guinness World Records e escolher uma categoria. Depois da inscrição, a organização envia um regulamento com todas as regras e as evidências que precisam ser apresentadas, como vídeos, testemunhas e documentos. Após realizar a tentativa, o candidato envia o material para análise. "Eu fiz tudo de graça mesmo. Eles demoram de três a cinco meses para avaliar. Existe uma modalidade prioritária, mas custa cerca de R$ 5 mil." Segundo ele, não há prêmio em dinheiro para quem conquista um recorde. "Essa é a pergunta que eu mais recebo. Não ganho nada. Recebo um certificado, mas não há remuneração." Médico brasileiro já apareceu no livro do Guinness Arquivo pessoal Livro físico e camisa de São José Além dos certificados, Renato também conseguiu um feito raro: apareceu duas vezes na edição impressa do Guinness World Records. "Tem gente que passa a vida inteira sem conseguir entrar no livro físico. Eu consegui aparecer duas vezes e isso foi muito legal." Em algumas tentativas, ele faz questão de representar a cidade onde mora. Em um dos recordes, usou a camisa do São José Esporte Clube. "Eu sou frequentador assíduo dos jogos do São José e gosto muito do clube. Acho que é uma forma legal de representar o time e a cidade." Médico brasileiro bate recorde mundial e entra para o Guinness após dar 195 beijos em 30 segundos na namorada Divulgação Muito além dos recordes Renato afirma que as conquistas servem também para divulgar causas que considera importantes. Diagnosticado com TDAH aos 28 anos, ele diz que quer mostrar que pessoas com o transtorno podem alcançar grandes objetivos. "Quero provar que pessoas com TDAH são capazes de tudo o que elas quiserem." Outra bandeira defendida por ele é a doação de medula óssea. O pai de Renato precisou de um transplante, experiência que o motivou a se cadastrar como doador e incentivar outras pessoas a fazerem o mesmo. "A compatibilidade é muito baixa, cerca de uma em 100 mil pessoas. Quero usar meus recordes para incentivar a doação de medula óssea." Apesar das seis marcas já reconhecidas, ele garante que ainda não pretende parar. "Quero incentivar mais brasileiros a tentarem quebrar recordes. O Brasil é um país enorme e ainda participa pouco do Guinness. Acho que seria muito legal ver mais brasileiros conquistando essas marcas." Médico brasileiro bate recorde mundial e entra para o Guinness após dar 195 beijos em 30 segundos na namorada Guinness World Records Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

