Documentos de cooperativa encontrados no litoral de SP são vinculados a processo administrativo com a Prefeitura de Limeira
Operação contra descarte irregular de documentos em Mongaguá, SP Júlio Koema/Prefeitura de Mongaguá/Divulgação Os documentos de clientes descartados de forma irregular em uma área verde de Mongaguá (SP) pertencem à Cooperativa Habitacional Coohabitare, e parte deles está vinculada a processo administrativo com a Prefeitura de Limeira (SP), de 2018. A informação foi confirmada pela administração municipal nesta segunda-feira (16). Segundo a Prefeitura de Limeira, o episódio chama atenção pela natureza da documentação envolvida, que inclui registros de loteamento, dados técnicos de empreendimentos e documentos pessoais. Esses materiais, conforme a administração municipal, exigem controle rigoroso de guarda e destinação. A prefeitura informou que encaminhará o caso ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) para apuração, “uma vez que o material pode ter sido extraviado ou descartado intencionalmente para ocultar possíveis provas de crimes”. O g1 entrou em contato com a Cooperativa Habitacional Coohabitare e com o ex-prefeito Mário Botion, que ficou à frente da Prefeitura de Limeira entre 2017 e 2024, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado após o envio do posicionamento.

Operação contra descarte irregular de documentos em Mongaguá, SP Júlio Koema/Prefeitura de Mongaguá/Divulgação Os documentos de clientes descartados de forma irregular em uma área verde de Mongaguá (SP) pertencem à Cooperativa Habitacional Coohabitare, e parte deles está vinculada a processo administrativo com a Prefeitura de Limeira (SP), de 2018. A informação foi confirmada pela administração municipal nesta segunda-feira (16). Segundo a Prefeitura de Limeira, o episódio chama atenção pela natureza da documentação envolvida, que inclui registros de loteamento, dados técnicos de empreendimentos e documentos pessoais. Esses materiais, conforme a administração municipal, exigem controle rigoroso de guarda e destinação. A prefeitura informou que encaminhará o caso ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) para apuração, “uma vez que o material pode ter sido extraviado ou descartado intencionalmente para ocultar possíveis provas de crimes”. O g1 entrou em contato com a Cooperativa Habitacional Coohabitare e com o ex-prefeito Mário Botion, que ficou à frente da Prefeitura de Limeira entre 2017 e 2024, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado após o envio do posicionamento.

