'É um tumor de alto risco', diz mãe de criança com câncer no cérebro atendida por falso médico no Rio
Diogo dos Santos Serpa foi preso por exercício ilegal da medicina Reprodução O falso médico que foi preso em flagrante nesta quinta-feira (6) durante um atendimento domiciliar a uma criança de 10 anos em tratamento contra um tumor cerebral maligno cuidou da criança por 10 meses. A mãe dela conta que a criança passa o tempo todo deitada na cama, lutando pela vida, desde que a doença foi descoberta em abril do ano passado. Imagens mostram que uma das consultas realizadas por Diogo dos Santos Serpa custou R$ 1 mil. "A gente tem um misto de sentimentos, revolta, raiva. Eu tô com a alma lavada, não por mim, mas porque eu sabia que durante o atendimento ele falou que estava atendendo umas quatro pessoas de home care, não sei se são crianças, mas eu pensava que tinha que fazer alguma coisa", conta Cintia Santos Matheus. Diogo usava registros no Conselho Regional de Medicina (CRM), carimbo e receituários de outros profissionais sem autorização. Ele não possui formação nem habilitação para atuar como médico, ainda de acordo com a investigação. "É um tumor de alto risco, isso vem em todos os documentos emitidos pelo hospital. Comecei a achar aquilo estranho, começou a me incomodar, até que eu fiz uma pesquisa no Cremerj e vi que a foto não era ele", explica Cintia.

Diogo dos Santos Serpa foi preso por exercício ilegal da medicina Reprodução O falso médico que foi preso em flagrante nesta quinta-feira (6) durante um atendimento domiciliar a uma criança de 10 anos em tratamento contra um tumor cerebral maligno cuidou da criança por 10 meses. A mãe dela conta que a criança passa o tempo todo deitada na cama, lutando pela vida, desde que a doença foi descoberta em abril do ano passado. Imagens mostram que uma das consultas realizadas por Diogo dos Santos Serpa custou R$ 1 mil. "A gente tem um misto de sentimentos, revolta, raiva. Eu tô com a alma lavada, não por mim, mas porque eu sabia que durante o atendimento ele falou que estava atendendo umas quatro pessoas de home care, não sei se são crianças, mas eu pensava que tinha que fazer alguma coisa", conta Cintia Santos Matheus. Diogo usava registros no Conselho Regional de Medicina (CRM), carimbo e receituários de outros profissionais sem autorização. Ele não possui formação nem habilitação para atuar como médico, ainda de acordo com a investigação. "É um tumor de alto risco, isso vem em todos os documentos emitidos pelo hospital. Comecei a achar aquilo estranho, começou a me incomodar, até que eu fiz uma pesquisa no Cremerj e vi que a foto não era ele", explica Cintia.

