Estes são os meus 10 maiores jogadores nos 102 anos do Athletico
O Athletico completa 102 anos de fundação nesta quinta-feira (26). Dois anos atrás, na temporada do (trágico) centenário, o UmDois Esportes publicou um vasto e rico material sobre a história do clube. Com textos do jornalista Sandro Moser e artes de Felipe Portes, montamos uma lista com 100 personalidades do clube em toda a história, sejam eles jogadores, dirigentes, funcionários ou mesmo torcedores. Não deixe conferir esse incrível material aqui.Com esse gancho, em minha volta às colunas aqui no site, resolvi construir o meu próprio top 10. Porém, apenas com jogadores que vestiram a camisa do Furacão. Somente quem entrou em campo, calçou as chuteiras e honrou as cores do clube. Não são necessariamente os melhores, mas os maiores, em um contexto mais amplo do termo, onde a técnica ou a capacidade de fazer gols é tão importante quanto o peso como líder e/ou estrela para decidir grandes momentos.É um tema polêmico, disse tenho certeza absoluta, então deixe a sua opinião nos comentários, caso aprove ou discorde da minha seleção. Como você escalaria seu top 10 de maiores jogadores do Athletico?Conteúdo1 Meu top 10 do Athletico (clique no nome para conferir o perfil)2 Barcímio Sicupira3 Jackson Nascimento4 Alex Mineiro5 Caju6 Kléber Pereira7 Nikão8 Adriano Gabiru9 Kleberson10 Bruno Guimarães11 Thiago Heleno12 Siga o UmDois Esportes Meu top 10 do Athletico (clique no nome para conferir o perfil) Barcímio Sicupira O nome Sicupira deveria constar em todos os dicionários como sinônimo de Athletico Paranaense. Para mim, Sicupa era a imagem e semelhança do clube. Um cara carismático e alegre. Além disso, anotou o recorde de 158 gols com a camisa do Furacão. Jackson Nascimento Lenda viva. Jackson segue firme e forte, morando em Balneário Camboriú. Nascido em 1924, exatamente como seu time do coração, completará 102 anos em agosto. Foram 143 gols marcados, 15 deles em Atletibas – nenhum atleticano fez mais. Durante toda a vida, deu diversas demonstrações de amor ao Rubro-Negro. Alex Mineiro Quem viu o título de 2001 nunca esquecerá de Alexander Pereira Cardoso. O que o camisa 9 fez no mata-mata do Brasileirão foi algo extraordinário: oito gols em quatro jogos, conduzindo o Athletico ao Olimpo do futebol brasileiro. Sem Alex Mineiro, não haveria comemoração. Caju A lenda conta que Alfredo Gottardi era fenomenal. Assim, como Jackson, fazia parte do Furacão original, de 1949. Jogou entre 1933 e 1950, levantou seis títulos paranaenses (que eram muito mais importantes do que hoje) e foi o primeiro paranaense a chegar à seleção brasileira. Kléber Pereira Um fazedor de gols como poucos: foram 124 em 185 jogos pelo Rubro-Negro. O Incendiário da Baixada já deu muitas alegrias ao torcedor e formou a histórica dupla de ataque com Alex Mineiro em 2001. Naquele ano, aliás, KP fez 17 no Brasileirão. Peculiar (vide a história da medalhinha), mas artilheiro nato. Nikão Com um voleio acrobático, Maycon Vinicius Ferreira da Cruz deu a Copa Sul-Americana para o Athletico, em 2021. Sua história no clube, no entanto, não se resume à essa conquista e é uma daquelas incríveis jornadas de recuperação pessoal. Nikão é um dos maiores dos 102 anos do Athletico. Adriano Gabiru Acho que Gabiru é pouco celebrado pela torcida atleticana. Talvez, pelo fato de ter conquistado o mundo por outro time – com gol na final e tudo – sua importância acabou um pouco relativizada por aqui. Mas era um monstro em campo em seu auge, correndo o campo todo e levantando taças. Kleberson Xaropinho foi a confirmação do projeto que deu certo Athletico. Chegou jovem do PSTC, se desenvolveu no CT do Caju, foi campeão e peça-chave do esquema de Geninho. Chegou à seleção brasileira, virou titular e ajudou o Brasil a vencer o penta. Depois, foi vendido ao poderoso Manchester United. Uma história incrível de um talento raro nos 102 anos. Bruno Guimarães O dono da camisa 39 mais famosa da história do futebol virou jogador de futebol jogando – e copando – com a camisa do Athletico. Craque de bola, foi figura crucial para duas conquistas inéditas: a Sula de 2018 e a Copa do Brasil de 2019. Sua admiração genuína pelo clube criou uma conexão real com a torcida. Thiago Heleno O General não merece ficar marcado pelo rebaixamento de 2024. Foi líder e capitão da recente era de conquistas do Athletico, metendo medo nos adversários sempre que necessário e mostrando aquele espírito de raça tão pedido pelos torcedores na Baixada. Siga o UmDois EsportesInstagram X YouTube Facebook WhatsApp
O Athletico completa 102 anos de fundação nesta quinta-feira (26). Dois anos atrás, na temporada do (trágico) centenário, o UmDois Esportes publicou um vasto e rico material sobre a história do clube.
Com textos do jornalista Sandro Moser e artes de Felipe Portes, montamos uma lista com 100 personalidades do clube em toda a história, sejam eles jogadores, dirigentes, funcionários ou mesmo torcedores. Não deixe conferir esse incrível material aqui.
Com esse gancho, em minha volta às colunas aqui no site, resolvi construir o meu próprio top 10. Porém, apenas com jogadores que vestiram a camisa do Furacão. Somente quem entrou em campo, calçou as chuteiras e honrou as cores do clube. Não são necessariamente os melhores, mas os maiores, em um contexto mais amplo do termo, onde a técnica ou a capacidade de fazer gols é tão importante quanto o peso como líder e/ou estrela para decidir grandes momentos.
É um tema polêmico, disse tenho certeza absoluta, então deixe a sua opinião nos comentários, caso aprove ou discorde da minha seleção. Como você escalaria seu top 10 de maiores jogadores do Athletico?
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Meu top 10 do Athletico (clique no nome para conferir o perfil)
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Barcímio Sicupira
O nome Sicupira deveria constar em todos os dicionários como sinônimo de Athletico Paranaense. Para mim, Sicupa era a imagem e semelhança do clube. Um cara carismático e alegre. Além disso, anotou o recorde de 158 gols com a camisa do Furacão.
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Jackson Nascimento
Lenda viva. Jackson segue firme e forte, morando em Balneário Camboriú. Nascido em 1924, exatamente como seu time do coração, completará 102 anos em agosto. Foram 143 gols marcados, 15 deles em Atletibas – nenhum atleticano fez mais. Durante toda a vida, deu diversas demonstrações de amor ao Rubro-Negro.
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Alex Mineiro
Quem viu o título de 2001 nunca esquecerá de Alexander Pereira Cardoso. O que o camisa 9 fez no mata-mata do Brasileirão foi algo extraordinário: oito gols em quatro jogos, conduzindo o Athletico ao Olimpo do futebol brasileiro. Sem Alex Mineiro, não haveria comemoração.
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Caju
A lenda conta que Alfredo Gottardi era fenomenal. Assim, como Jackson, fazia parte do Furacão original, de 1949. Jogou entre 1933 e 1950, levantou seis títulos paranaenses (que eram muito mais importantes do que hoje) e foi o primeiro paranaense a chegar à seleção brasileira.
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Kléber Pereira
Um fazedor de gols como poucos: foram 124 em 185 jogos pelo Rubro-Negro. O Incendiário da Baixada já deu muitas alegrias ao torcedor e formou a histórica dupla de ataque com Alex Mineiro em 2001. Naquele ano, aliás, KP fez 17 no Brasileirão. Peculiar (vide a história da medalhinha), mas artilheiro nato.
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Nikão
Com um voleio acrobático, Maycon Vinicius Ferreira da Cruz deu a Copa Sul-Americana para o Athletico, em 2021. Sua história no clube, no entanto, não se resume à essa conquista e é uma daquelas incríveis jornadas de recuperação pessoal. Nikão é um dos maiores dos 102 anos do Athletico.
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Adriano Gabiru
Acho que Gabiru é pouco celebrado pela torcida atleticana. Talvez, pelo fato de ter conquistado o mundo por outro time – com gol na final e tudo – sua importância acabou um pouco relativizada por aqui. Mas era um monstro em campo em seu auge, correndo o campo todo e levantando taças.
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Kleberson
Xaropinho foi a confirmação do projeto que deu certo Athletico. Chegou jovem do PSTC, se desenvolveu no CT do Caju, foi campeão e peça-chave do esquema de Geninho. Chegou à seleção brasileira, virou titular e ajudou o Brasil a vencer o penta. Depois, foi vendido ao poderoso Manchester United. Uma história incrível de um talento raro nos 102 anos.
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Bruno Guimarães
O dono da camisa 39 mais famosa da história do futebol virou jogador de futebol jogando – e copando – com a camisa do Athletico. Craque de bola, foi figura crucial para duas conquistas inéditas: a Sula de 2018 e a Copa do Brasil de 2019. Sua admiração genuína pelo clube criou uma conexão real com a torcida.
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Thiago Heleno
O General não merece ficar marcado pelo rebaixamento de 2024. Foi líder e capitão da recente era de conquistas do Athletico, metendo medo nos adversários sempre que necessário e mostrando aquele espírito de raça tão pedido pelos torcedores na Baixada.

