Falha sinistra de Santos expõe fim de carreira no Athletico
Com a Arena da Baixada engalanada pelo grande público e procurando manter a sua bonita invencibilidade nos últimos jogos do Campeonato Brasileiro, o Athletico garantiu o empate contra o Fluminense em nova jornada infeliz do goleiro Santos. Santos é um dos jogadores que mais jogaram pelo clube, um ídolo imortal da torcida, campeoníssimo em sua […]
Com a Arena da Baixada engalanada pelo grande público e procurando manter a sua bonita invencibilidade nos últimos jogos do Campeonato Brasileiro, o Athletico garantiu o empate contra o Fluminense em nova jornada infeliz do goleiro Santos.
Santos é um dos jogadores que mais jogaram pelo clube, um ídolo imortal da torcida, campeoníssimo em sua vitoriosa experiência profissional, mas que, como acontece com todos, chegou ao final da carreira.
Após os dois fiascos lamentáveis em que falhou feio nos gols do Vitória na eliminação do Athletico na Copa do Brasil, Santos teve outros deslizes e foi no mínimo sinistro no gol de empate assinalado por Canobbio que, elegantemente, não comemorou em respeito aos atleticanos.
Santos simplesmente errou na tentativa de intervenção em lance relativamente comum para qualquer goleiro que se preze.
Muito bem montado por Marcão, o Fluminense vem jogando bom futebol e não foi diferente desta feita, apesar de ter sofrido o primeiro gol de cabeça feito por Leozinho, aproveitando cruzamento de Mendoza. Em cobrança de falta Hulk empatou chutando a bola no fundo das redes, fora do alcance do goleiro Santos, que se mostrou indeciso no lance./https%3A%2F%2Fmedia.umdoisesportes.com.br%2Fmain%2F2026%2F08%2Fcanobbio-vaiado-athletico-fluminense.jpg)
Contando com jogadores experientes como o goleiro Fabio, Hulk, Ganso e outros o Fluminense jogou de igual para igual, mas sofreu o segundo gol marcado pelo eficiente ala direito Benavídez. Depois veio o trágico momento do titubeio de Santos e o empate através de Canobbio.
Mas o jogo bem disputado reservou muitas emoções para o último terço, como dizem os moderninhos do mundo da bola, Ignácio cabeceou e Santos acompanhou a bola com olhar contemplativo.
Finalmente, após um gol anulado por impedimento, o Furacão alcançou o empate, que foi o resultado mais justo, através de um pênalti sofrido – foi derrubado pelo goleiro Fabio – e concluído por Viveros, com muita personalidade e segurança.
Carneiro Neto – leia o perfil completo
Antônio Carlos Carneiro Neto é um dos nomes mais importantes da imprensa esportiva do Paraná. Nascido em Wenceslau Braz em 7 de julho de 1948 e criado em Guarapuava, começou como repórter de rádio e jornal em Ponta Grossa, em 1964, e chegou a Curitiba no ano seguinte para estudar — formando-se, tempos depois, em Direito.
Ao longo de décadas, passou por todas as emissoras de rádio e televisão da capital como repórter, narrador e comentarista, além de assinar colunas diárias na Gazeta do Povo. Foi também o criador dos prefixos da Banda B e da CBN, no fim dos anos 1990.
Escritor de oito livros, emplacou best-sellers como “Atletiba — A Paixão das Multidões” (1994) e “É Disso Que o Povo Gosta” (2019). Em 2016, foi eleito para a Academia Paranaense de Letras, tornando-se imortal.
Atleticano assumido, participou da história do clube nos mais diversos momentos. Hoje, segue em atividade no podcast Carneiro & Mafuz, sucesso de audiência – provando que, como ele mesmo diria, é um privilégio ser contemporâneo de Carneiro Neto. Clique aqui para ler todas as colunas de Carneiro Neto.

