Ipaam multa Mineração Taboca em R$ 22,5 milhões por poluição em rio próximo a terra indígena no Amazonas

Reserva Waimiri Atroari tem uma extensão de 123 quilômetros e fica entre os estados de Roraime Amazonas Valéria Oliveira/G1/Arquivo A Mineração Taboca S.A. foi multada em R$ 22,5 milhões pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) por lançar resíduos fora dos padrões permitidos em um rio de Presidente Figueiredo, no interior do Amazonas. A infração foi identificada durante uma fiscalização realizada nas proximidades da Terra Indígena Waimiri Atroari, área que vinha sendo monitorada após denúncias de possíveis impactos ambientais. Segundo o Ipaam, a irregularidade foi constatada durante uma operação no Complexo Polimetálico do Pitinga. Durante a vistoria, equipes encontraram alterações na água do Rio Tiaraju, um dos principais afluentes do Rio Alalaú, com alta turbidez e mudança na coloração atribuídas ao descarte irregular de efluentes da atividade minerária. A fiscalização foi realizada em conjunto com a (ANM) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Lideranças do povo Waimiri Atroari também acompanharam a ação e indicaram aos fiscais áreas consideradas mais vulneráveis aos impactos ambientais.

Jul 30, 2026 - 12:00
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Ipaam multa Mineração Taboca em R$ 22,5 milhões por poluição em rio próximo a terra indígena no Amazonas

Reserva Waimiri Atroari tem uma extensão de 123 quilômetros e fica entre os estados de Roraime Amazonas Valéria Oliveira/G1/Arquivo A Mineração Taboca S.A. foi multada em R$ 22,5 milhões pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) por lançar resíduos fora dos padrões permitidos em um rio de Presidente Figueiredo, no interior do Amazonas. A infração foi identificada durante uma fiscalização realizada nas proximidades da Terra Indígena Waimiri Atroari, área que vinha sendo monitorada após denúncias de possíveis impactos ambientais. Segundo o Ipaam, a irregularidade foi constatada durante uma operação no Complexo Polimetálico do Pitinga. Durante a vistoria, equipes encontraram alterações na água do Rio Tiaraju, um dos principais afluentes do Rio Alalaú, com alta turbidez e mudança na coloração atribuídas ao descarte irregular de efluentes da atividade minerária. A fiscalização foi realizada em conjunto com a (ANM) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Lideranças do povo Waimiri Atroari também acompanharam a ação e indicaram aos fiscais áreas consideradas mais vulneráveis aos impactos ambientais.