Mato Grosso tem menor número de focos de calor no mês de julho em mais de 20 anos
Bombeiros combatem incêndios florestais no MT Reprodução/TV Globo Mato Grosso registrou, em julho de 2026, o menor número de focos de calor para o mês desde o início da série histórica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), iniciada em 1998. Foram 746 registros, uma queda de 78,15% em relação à média histórica de 3.414 focos e de 26,65% na comparação com julho de 2025, quando foram contabilizados 1.017. Segundo o INPE, cerca de 60% dos focos ocorreram em áreas federais, como terras indígenas e assentamentos. Nesses locais, o combate aos incêndios é responsabilidade do Governo Federal. Mesmo com a redução, o Corpo de Bombeiros alerta que o período de seca ainda exige atenção. A combinação de altas temperaturas, baixa umidade do ar e ventos fortes aumenta o risco de incêndios florestais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 De acordo com o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel Heitor Alves de Souza, a queda no número de focos é resultado das ações de prevenção, fiscalização e orientação feitas nos primeiros meses do ano. "O número de focos caiu, mas o risco continua. Por isso, a ajuda da população é importante para evitar incêndios durante a seca", afirmou. O comandante também orientou que a população denuncie queimadas ilegais pelos telefones 190, da Polícia Militar, e 193, do Corpo de Bombeiros, e respeite a proibição do uso do fogo. Os dados do INPE mostram ainda que maio teve 831 focos de calor e junho registrou 1.440. Em julho, o número caiu para 746. Desde 1º de julho, está proibido o uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em todo o Estado. A medida vale até 30 de novembro. Quem descumprir a regra pode responder por crime ambiental.

Bombeiros combatem incêndios florestais no MT Reprodução/TV Globo Mato Grosso registrou, em julho de 2026, o menor número de focos de calor para o mês desde o início da série histórica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), iniciada em 1998. Foram 746 registros, uma queda de 78,15% em relação à média histórica de 3.414 focos e de 26,65% na comparação com julho de 2025, quando foram contabilizados 1.017. Segundo o INPE, cerca de 60% dos focos ocorreram em áreas federais, como terras indígenas e assentamentos. Nesses locais, o combate aos incêndios é responsabilidade do Governo Federal. Mesmo com a redução, o Corpo de Bombeiros alerta que o período de seca ainda exige atenção. A combinação de altas temperaturas, baixa umidade do ar e ventos fortes aumenta o risco de incêndios florestais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 De acordo com o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel Heitor Alves de Souza, a queda no número de focos é resultado das ações de prevenção, fiscalização e orientação feitas nos primeiros meses do ano. "O número de focos caiu, mas o risco continua. Por isso, a ajuda da população é importante para evitar incêndios durante a seca", afirmou. O comandante também orientou que a população denuncie queimadas ilegais pelos telefones 190, da Polícia Militar, e 193, do Corpo de Bombeiros, e respeite a proibição do uso do fogo. Os dados do INPE mostram ainda que maio teve 831 focos de calor e junho registrou 1.440. Em julho, o número caiu para 746. Desde 1º de julho, está proibido o uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em todo o Estado. A medida vale até 30 de novembro. Quem descumprir a regra pode responder por crime ambiental.

