Mbappé dá aula a Vini Jr. e seleção junta cacos antes da Copa do Mundo
Carlo Ancelotti, o conceituado técnico italiano que dirige atualmente a seleção brasileira, foi cauteloso em suas primeiras avaliações após a derrota no jogo amistoso com a França, mas alertou que muita coisa precisa ser corrigida até a estréia na Copa do Mundo. A seleção brasileira mostra que ainda há um longo caminho a ser percorrido […]
Carlo Ancelotti, o conceituado técnico italiano que dirige atualmente a seleção brasileira, foi cauteloso em suas primeiras avaliações após a derrota no jogo amistoso com a França, mas alertou que muita coisa precisa ser corrigida até a estréia na Copa do Mundo.
A seleção brasileira mostra que ainda há um longo caminho a ser percorrido para voltar a sonhar.
Começa pelo fato de a França, por exemplo, manter o mesmo técnico e, consequentemente, a mesma sólida estrutura há muito tempo, enquanto o Brasil virou uma bagunça com os últimos dirigentes incapazes que comandaram a CBF, além, é claro, do desgaste com o giro de treinadores nos últimos quatro anos: Tite, Fernando Diniz, Dorival Junior e Carlo Ancelotti.
Desentrosado e sem personalidade própria, o time nacional pareceu uma colcha de retalhos, contando com os lampejos de algumas individualidades, como Raphinha, Martinelli, Matheus Cunha, Vini Jr que conseguem brilhar nos seus clubes, mas, quando reunidos na seleção, demonstram desentendimento coletivo e, claramente, limitações técnicas quando deixam de ser coadjuvantes nos melhores times europeus./https%3A%2F%2Fmedia.umdoisesportes.com.br%2Fmain%2F2026%2F03%2Fcarlo-ancelotti-brasil-franca.jpg)
Basta comparar o rendimento de dois colegas no Real Madrid: Mbappé e Vini Jr. Enquanto o francês acabou com o jogo, marcou gol, deu assistência e demonstrou personalidade, Vini Jr foi uma figura apagada e inquieta na desarrumada seleção canarinho.
Aliás, o futebol francês virou a chave para melhor quando adotou os jogadores africanos, das suas colônias na América, na África negra e mulçumana. O argelino Zidane liderou a primeira seleção francesa campeã do mundo. E, hoje, Dembélé, Ekitiké e tantos mais arrancam aplausos no Stade de France.
A seleção brasileira jogou com um goleiro fraco – Ederson -, com o titular Alisson lesionado, e Ancelotti bem que poderia ter escalado o paranaense Bento. A defesa improvisada apresentou atuação irregular, o meio de campo perdeu o espaço para o adversário e apenas reagiu no segundo tempo, com a entrada do dinâmico Luiz Henrique e os franceses com um a menos.
No final, centenas de ingênuos torcedores, e até mesmo pobres jornalistas, lembraram do nome de Neymar, um ex-atleta, que disputou três copas pela seleção brasileira e fracassou de forma retumbante nas três. Agora, resta juntar os cacos para o amistoso com a Croácia, que também já nos eliminou em Copa do Mundo.


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