Mortandade de peixes no minipantanal paulista: usina recusa acordo com MP dois anos após crime ambiental no Rio Piracicaba
Pescadores relatam reflexos de mortandade de peixes na APA Tanquã, em São Pedro A Usina São José S/A Açúcar e Álcool, apontada como responsável pela mortandade de toneladas de peixes do Rio Piracicaba no dia 7 de julho de 2024, recusou integralmente o acordo previsto pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público (MP). Há exatos dois anos, o despejo direto de resíduos agroindustriais no Rio Piracicaba matou cerca de 253 mil peixes em trecho de 70 quilômetros, atingindo a Área do Tanquã, conhecido como minipantanal paulista, em Piracicaba (SP). Entre os compromissos indicados na minuta do TAC, era previsto que a usina indenizasse os pescadores da região do Tanquã com salários e pagamentos de R$ 10 mil por danos morais, repovoasse o manancial, realizesse obras, ações sociais compensatórias, além de monitoramento ambiental contínuo da área atingida.

Pescadores relatam reflexos de mortandade de peixes na APA Tanquã, em São Pedro A Usina São José S/A Açúcar e Álcool, apontada como responsável pela mortandade de toneladas de peixes do Rio Piracicaba no dia 7 de julho de 2024, recusou integralmente o acordo previsto pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público (MP). Há exatos dois anos, o despejo direto de resíduos agroindustriais no Rio Piracicaba matou cerca de 253 mil peixes em trecho de 70 quilômetros, atingindo a Área do Tanquã, conhecido como minipantanal paulista, em Piracicaba (SP). Entre os compromissos indicados na minuta do TAC, era previsto que a usina indenizasse os pescadores da região do Tanquã com salários e pagamentos de R$ 10 mil por danos morais, repovoasse o manancial, realizesse obras, ações sociais compensatórias, além de monitoramento ambiental contínuo da área atingida.

