MP dá parecer favorável à soltura de Oyama Figueiredo e filhos presos por suspeita de fraudes fundiárias na Bahia

Oyama Figueiredo está entre os presos na operação Redes Sociais O Ministério Público da Bahia (MP-BA) se manifestou favoravelmente à revogação das prisões preventivas do ex-vereador de Feira de Santana, Oyama de Figueiredo e dos filhos dele, Luanda Cajado de Figueiredo Carvalho, Lívia Cajado de Figueiredo Cosmo e Pedro Henrique dos Reis de Figueiredo, investigados por suspeita de envolvimento em um esquema de fraudes fundiárias, grilagem de terras e lavagem de dinheiro na região. O parecer foi emitido nesta terça-feira (16) pelos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). Além de Oyama e dos filhos, outro suspeito que foi preso na operação, Geraldo Bispo Ferreira, também foi incluído no parecer. No documento, o MP argumenta que a instrução processual avançou o suficiente para reduzir os riscos que justificaram as prisões. Em substituição à prisão, o órgão defende a adoção de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de frequentar cartórios e restrição de contato com testemunhas e demais investigados.

Jun 16, 2026 - 11:00
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MP dá parecer favorável à soltura de Oyama Figueiredo e filhos presos por suspeita de fraudes fundiárias na Bahia

Oyama Figueiredo está entre os presos na operação Redes Sociais O Ministério Público da Bahia (MP-BA) se manifestou favoravelmente à revogação das prisões preventivas do ex-vereador de Feira de Santana, Oyama de Figueiredo e dos filhos dele, Luanda Cajado de Figueiredo Carvalho, Lívia Cajado de Figueiredo Cosmo e Pedro Henrique dos Reis de Figueiredo, investigados por suspeita de envolvimento em um esquema de fraudes fundiárias, grilagem de terras e lavagem de dinheiro na região. O parecer foi emitido nesta terça-feira (16) pelos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). Além de Oyama e dos filhos, outro suspeito que foi preso na operação, Geraldo Bispo Ferreira, também foi incluído no parecer. No documento, o MP argumenta que a instrução processual avançou o suficiente para reduzir os riscos que justificaram as prisões. Em substituição à prisão, o órgão defende a adoção de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de frequentar cartórios e restrição de contato com testemunhas e demais investigados.