Na COP17, ciência brasileira debate restauração da Caatinga e combate à desertificação

Professor e pesquisador da Univasf, Renato Garcia Rodrigues, na COP17 em Ulaanbaatar, Mongólia. Maristela Crispim/ Arquivo pessoal A restauração da Caatinga, a conservação da biodiversidade e o fortalecimento das ações ambientais estão entre os temas presentes nos debates da COP17, acompanhados pelo g1 em Ulaanbaatar, Mongólia. No Pavilhão Brasil, a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) participa das discussões sobre desenvolvimento sustentável, regularização ambiental e restauração da Caatinga. No Sertão de Pernambuco, a universidade mantém, há cerca de 18 anos, projetos de pesquisa, monitoramento e recuperação ambiental no Núcleo de Desertificação de Cabrobó. COP17: agricultura familiar ganha espaço no debate sobre desertificação; no Sertão de PE, práticas conciliam produção e recuperação do solo

Ago 24, 2026 - 09:30
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Na COP17, ciência brasileira debate restauração da Caatinga e combate à desertificação

Professor e pesquisador da Univasf, Renato Garcia Rodrigues, na COP17 em Ulaanbaatar, Mongólia. Maristela Crispim/ Arquivo pessoal A restauração da Caatinga, a conservação da biodiversidade e o fortalecimento das ações ambientais estão entre os temas presentes nos debates da COP17, acompanhados pelo g1 em Ulaanbaatar, Mongólia. No Pavilhão Brasil, a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) participa das discussões sobre desenvolvimento sustentável, regularização ambiental e restauração da Caatinga. No Sertão de Pernambuco, a universidade mantém, há cerca de 18 anos, projetos de pesquisa, monitoramento e recuperação ambiental no Núcleo de Desertificação de Cabrobó. COP17: agricultura familiar ganha espaço no debate sobre desertificação; no Sertão de PE, práticas conciliam produção e recuperação do solo