PF cumpre mandados em operação que investiga compra de votos na campanha de Adriane Lopes
A Polícia Federal cumpre sete mandados de busca e apreensão na operação Suffragium, que investiga possível esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2024. Conforme apurado pelo g1, a suspeita é de que o esquema ocorreu na campanha da prefeita da capital, Adriane Lopes.
Segundo a Polícia Federal, as investigações identificaram movimentações financeiras consideradas incomuns. Entre elas estão saques em dinheiro, transferências fracionadas via Pix e o uso de contas de terceiros para movimentação e distribuição de recursos em períodos próximos aos dois turnos das eleições. De acordo com a PF, os indícios podem estar relacionados à prática de compra de votos.
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Ao todo, sete mandados de busca e apreensão são cumpridos em endereços residenciais e comerciais de Campo Grande e de Taquarussu, no interior de Mato Grosso do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS).
As condutas investigadas podem configurar os crimes de corrupção eleitoral e falsidade ideológica eleitoral. A investigação segue em andamento e tramita sob sigilo, conforme informou a Polícia Federal.
(Esta reportagem está em atualização)
A Polícia Federal cumpre sete mandados de busca e apreensão na operação Suffragium, que investiga possível esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2024. Conforme apurado pelo g1, a suspeita é de que o esquema ocorreu na campanha da prefeita da capital, Adriane Lopes.
Segundo a Polícia Federal, as investigações identificaram movimentações financeiras consideradas incomuns. Entre elas estão saques em dinheiro, transferências fracionadas via Pix e o uso de contas de terceiros para movimentação e distribuição de recursos em períodos próximos aos dois turnos das eleições. De acordo com a PF, os indícios podem estar relacionados à prática de compra de votos.
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Ao todo, sete mandados de busca e apreensão são cumpridos em endereços residenciais e comerciais de Campo Grande e de Taquarussu, no interior de Mato Grosso do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS).
As condutas investigadas podem configurar os crimes de corrupção eleitoral e falsidade ideológica eleitoral. A investigação segue em andamento e tramita sob sigilo, conforme informou a Polícia Federal.
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