TJ mantém pena de 40 anos a padrasto por morte de menino com 166 doses de insulina em Ribeirão Preto, SP
Tribunal de Justiça de São Paulo nega pedido de Guilherme Longo
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a pena de 40 anos de prisão a Guilherme Longo, condenado pela morte do enteado Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, em Ribeirão Preto (SP). Longo foi julgado em outubro de 2023, dez anos após o crime. Segundo o Ministério Público, ele matou o menino com a aplicação de 166 doses de insulina.
No recurso apresentado ao TJ, a defesa alegou que o Ministério Público não apresentou provas contra longo e pediu a absolvição ou a redução da pena.
Por unanimidade, o tribunal entendeu que não houve falhas técnicas por parte do júri.
Com a nova decisão, a defesa de Longo informou que vai recorrer a instâncias superiores para tentar reduzir a pena.
Tribunal de Justiça de São Paulo nega pedido de Guilherme Longo
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a pena de 40 anos de prisão a Guilherme Longo, condenado pela morte do enteado Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, em Ribeirão Preto (SP). Longo foi julgado em outubro de 2023, dez anos após o crime. Segundo o Ministério Público, ele matou o menino com a aplicação de 166 doses de insulina.
No recurso apresentado ao TJ, a defesa alegou que o Ministério Público não apresentou provas contra longo e pediu a absolvição ou a redução da pena.
Por unanimidade, o tribunal entendeu que não houve falhas técnicas por parte do júri.
Com a nova decisão, a defesa de Longo informou que vai recorrer a instâncias superiores para tentar reduzir a pena.