11 anos após desastre de Mariana, pescadores temem voltar ao mar e indígenas deixam de pescar no ES

Foz do Rio Doce, em Regência, Espírito Santo, tenta se recuperar 11 anos depois da invasão de lama de rejeitos da Samarco Fernando Madeira/Rede Gazeta A água mudou, os peixes também mudaram e a vida de quem sempre dependeu do Rio Doce e do mar nunca mais foi a mesma desde o rompimento da barragem em Mariana, Minas Gerais, que completou 11 anos nesta quinta-feira (5). Uma data nada comemorativa para quem ainda convive com as consequências do maior desastre ambiental do país. Os rejeitos que atingiram a bacia do Rio Doce e chegaram ao litoral do Espírito Santo transformaram a relação de pescadores e comunidades indígenas com as águas.

Nov 6, 2026 - 02:30
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11 anos após desastre de Mariana, pescadores temem voltar ao mar e indígenas deixam de pescar no ES

Foz do Rio Doce, em Regência, Espírito Santo, tenta se recuperar 11 anos depois da invasão de lama de rejeitos da Samarco Fernando Madeira/Rede Gazeta A água mudou, os peixes também mudaram e a vida de quem sempre dependeu do Rio Doce e do mar nunca mais foi a mesma desde o rompimento da barragem em Mariana, Minas Gerais, que completou 11 anos nesta quinta-feira (5). Uma data nada comemorativa para quem ainda convive com as consequências do maior desastre ambiental do país. Os rejeitos que atingiram a bacia do Rio Doce e chegaram ao litoral do Espírito Santo transformaram a relação de pescadores e comunidades indígenas com as águas.