Anceloti indica time titular e papel de ex-Coritiba na estreia da seleção
Com o polivalente Matheus Cunha, ex-Coritiba, vestindo a histórica camisa 9, a seleção brasileira está encaminhada para a estreia na Copa do Mundo de 2026. O Brasil enfrenta Marrocos neste sábado (13), às 19h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C, que também conta com Haiti e Escócia. O time […]
Com o polivalente Matheus Cunha, ex-Coritiba, vestindo a histórica camisa 9, a seleção brasileira está encaminhada para a estreia na Copa do Mundo de 2026. O Brasil enfrenta Marrocos neste sábado (13), às 19h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C, que também conta com Haiti e Escócia.
O time escolhido pelo técnico Carlo Ancelotti deve seguir a base trabalhada ao longo do ciclo de Carlo Ancelotti à frente da seleção. No meio de campo, uma das principais apostas é no ídolo do Athletico, Bruno Guimarães, titular absoluto do time.
Vale lembrar que o italiano ainda não pode contar com o experiente Neymar, que se recupera de uma lesão na panturrilha e pode ficar à disposição para os próximos jogos.
Segundo informações da ESPN, o Brasil deve largar em busca do hexa com: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Matheus Cunha, Raphinha e Vinicius Jr.
A seleção ainda fecha a preparação para o importante embate inaugural contra Marrocos nesta sexta-feira (12), com atividade pela manhã no centro de treinamento Columbia Park.
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Ex-Coritiba, Matheus Cunha pode ser titular em estreia de Copa
Com a tendência de Matheus Cunha entre os titulares e candidato a artilheiro, o torcedor verá em campo um dos maiores casos de desperdício esportivo e financeiro do Coxa na última década.
Revelado no clube e desde 2014 na base, o atacante deixou o Alto da Glória no início de 2017, aos 18 anos, sem disputar uma partida sequer pelo time profissional.
Na época ainda chamado de Matheus Paraíba, o jogador chegou fez toda sua categoria de base no CT da Graciosa e inclusive chegou a enfrentar seu atual clube, Manchester United, pela Dallas Cup de 2017./https%3A%2F%2Fmedia.umdoisesportes.com.br%2Fmain%2F2025%2F08%2F17183033%2Fmatheus-cunha-coritiba.jpg)
No mesmo ano, o jogador, na época com 18 anos, foi negociado pelo então presidente Rogério Bacellar com o Sion, da Suíça. A venda foi fechada por cerca de R$ 700 mil por 85% dos direitos econômicos do atleta. Depois da passagem pelo futebol suíço, Cunha construiu carreira na Europa e acumulou transferências milionárias.
O atacante defendeu RB Leipzig e Hertha Berlim, da Alemanha, Atlético de Madrid, da Espanha, Wolverhampton, da Inglaterra, até assinar com o Manchester United na atual temporada, por uma transferência no valor de 62,5 milhões de libras, cerca de R$ 480 milhões na época.
Jogador se recuperou depois de frustação em 2022
Hoje titular e camisa 9 da seleção brasileira, Matheus Cunha chega à Copa do Mundo de 2026 depois de superar uma grande frustração no ciclo anterior.
Em 2022, quando atuava pelo Atlético de Madrid, o atacante chegou a estar na pré-lista para a Copa do Catar, mas acabou não levado pelo técnico Tite. Na época, Cunha publicou um vídeo nas redes sociais lamentando a ausência e admitiu que o momento foi difícil. Naquela Copa, o atacante disputava posição com Gabriel Jesus, Pedro e Richarlison./https%3A%2F%2Fmedia.umdoisesportes.com.br%2Fmain%2F2025%2F08%2F17155609%2Fmatheus-cunha-estreia-manchester-united-premier-league.jpg)
A decepção veio pouco mais de um ano depois de um dos momentos mais importantes da carreira do atacante. Em 2021, Cunha foi titular na campanha do ouro olímpico do Brasil nos Jogos de Tóquio. Na final contra a Espanha, vencida por 2 a 1, ele marcou o primeiro gol brasileiro e Malcom fez o gol do título na prorrogação.
Ao todo, Cunha terminou o torneio olímpico com três gols e foi um dos destaques da equipe comandada por André Jardine, ficando atrás apenas de Richarlison na artilharia brasileira da campanha.
Logo depois, o jogador recebeu as primeiras oportunidades na seleção principal, mas no ciclo pós 2022 que se firmou de vez. Ao todo são 23 convocações, um gol e duas assistências com a amarelinha.


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