Após anulação, novo júri condena casal por morte de médico em Inhapim
Câmeras flagraram o assassinato do médico em Inhapim. Reprodução/Inter TV dos Vales O Tribunal do Júri de Inhapim condenou um caseiro e a companheira dele pelo assassinato do médico oftalmologista Paulo Francisco Corrêa de Barros, de 71 anos, morto em outubro de 2024 em um sítio na zona rural do município, no Leste de Minas Gerais. O homem foi condenado a 40 anos de prisão e a mulher, a 21 anos, em julgamento realizado na segunda-feira (22). O caso já havia sido julgado anteriormente, quando apenas o caseiro foi condenado. No entanto, a sessão foi anulada por um problema técnico que impediu sua gravação e precisou ser refeita. Ao g1, o promotor de Justiça Jonas Junio Linhares Costa Monteiro explicou que uma falha levou à realização de um novo júri. “Houve um erro no sistema que não houve a gravação. E aí houve necessidade [...] de fazer de novo”, afirmou o promotor.

Câmeras flagraram o assassinato do médico em Inhapim. Reprodução/Inter TV dos Vales O Tribunal do Júri de Inhapim condenou um caseiro e a companheira dele pelo assassinato do médico oftalmologista Paulo Francisco Corrêa de Barros, de 71 anos, morto em outubro de 2024 em um sítio na zona rural do município, no Leste de Minas Gerais. O homem foi condenado a 40 anos de prisão e a mulher, a 21 anos, em julgamento realizado na segunda-feira (22). O caso já havia sido julgado anteriormente, quando apenas o caseiro foi condenado. No entanto, a sessão foi anulada por um problema técnico que impediu sua gravação e precisou ser refeita. Ao g1, o promotor de Justiça Jonas Junio Linhares Costa Monteiro explicou que uma falha levou à realização de um novo júri. “Houve um erro no sistema que não houve a gravação. E aí houve necessidade [...] de fazer de novo”, afirmou o promotor.

