Árbitro somali barrado pelos EUA receberá salário integral da Fifa

O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que havia sido escalado para apitar partidas na Copa do Mundo da FIFA de 2026, mas foi impedido de entrar nos Estados Unidos, foi recebido ao chegar ao Aeroporto Internacional Aden Abdulle Osman, em Mogadíscio, Somália, em 10 de junho de 2026. REUTERS/Feisal Omar O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que foi impedido de entrar nos Estados Unidos para apitar jogos da Copa do Mundo, receberá o pagamento integral da Fifa pelo torneio, segundo a Reuters. Artan chegou a Miami em um voo vindo de Istambul, na Turquia, no dia 6 de junho, mas teve a entrada no país negada pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês). Em nota, o órgão americano explicou a decisão. "Após a inspeção, o viajante, um árbitro da Copa do Mundo da Fifa, foi considerado inadmissível devido a preocupações na verificação de antecedentes e teve a entrada negada", informou o comunicado. Ao retornar à Somália, foi recebido como herói. Aos 34 anos, Artan foi eleito o Árbitro do Ano de 2025 pela Confederação Africana de Futebol (CAF). O somali já apitou em duas edições da Copa Africana de Nações. Há um ano, em 1º de junho, ele comandou sua primeira grande final continental: o jogo de volta da decisão da Liga dos Campeões da África, entre o Pyramids FC (Egito) e o Mamelodi Sundowns (África do Sul), no Cairo. Após o veto nos Estados Unidos, a UEFA, entidade que comanda o futebol europeu, selecionou o árbitro para apitar a partida da Supercopa da UEFA entre Aston Villa e Paris Saint-Germain. O jogo será disputado em 12 de agosto em Salzburgo, na Áustria. Depois de ser impedido de entrar nos EUA, árbitro da Somália é convidado para apitar a Supercopa da Europeia

Jun 14, 2026 - 18:00
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Árbitro somali barrado pelos EUA receberá salário integral da Fifa

O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que havia sido escalado para apitar partidas na Copa do Mundo da FIFA de 2026, mas foi impedido de entrar nos Estados Unidos, foi recebido ao chegar ao Aeroporto Internacional Aden Abdulle Osman, em Mogadíscio, Somália, em 10 de junho de 2026. REUTERS/Feisal Omar O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que foi impedido de entrar nos Estados Unidos para apitar jogos da Copa do Mundo, receberá o pagamento integral da Fifa pelo torneio, segundo a Reuters. Artan chegou a Miami em um voo vindo de Istambul, na Turquia, no dia 6 de junho, mas teve a entrada no país negada pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês). Em nota, o órgão americano explicou a decisão. "Após a inspeção, o viajante, um árbitro da Copa do Mundo da Fifa, foi considerado inadmissível devido a preocupações na verificação de antecedentes e teve a entrada negada", informou o comunicado. Ao retornar à Somália, foi recebido como herói. Aos 34 anos, Artan foi eleito o Árbitro do Ano de 2025 pela Confederação Africana de Futebol (CAF). O somali já apitou em duas edições da Copa Africana de Nações. Há um ano, em 1º de junho, ele comandou sua primeira grande final continental: o jogo de volta da decisão da Liga dos Campeões da África, entre o Pyramids FC (Egito) e o Mamelodi Sundowns (África do Sul), no Cairo. Após o veto nos Estados Unidos, a UEFA, entidade que comanda o futebol europeu, selecionou o árbitro para apitar a partida da Supercopa da UEFA entre Aston Villa e Paris Saint-Germain. O jogo será disputado em 12 de agosto em Salzburgo, na Áustria. Depois de ser impedido de entrar nos EUA, árbitro da Somália é convidado para apitar a Supercopa da Europeia