Arruda pode seguir fazendo campanha no DF? Pode recorrer? Entenda o que acontece agora
José Roberto Arruda em 6 de agosto de 2026, em Brasília Marcella Rodrigues/g1 O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) rejeitou nesta quinta-feira (3), por unanimidade, o registro da candidatura do ex-governador José Roberto Arruda (PSD) ao governo do DF. No mesmo instante -- e mesmo antes do anúncio do resultado --, Arruda indicou que recorreria ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a quem cabe a decisão final sobre candidaturas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp Mas... o que acontece com a campanha agora? E como funciona o recurso? Entenda abaixo: por que o registro da campanha foi rejeitado pelo TRE-DF; como fica a campanha de Arruda durante a análise dos recursos; quais são as opções de Arruda na Justiça; o que pode acontecer a partir do julgamento no TSE. Por que o TRE-DF rejeitou o registro de Arruda? O Tribunal Regional Eleitoral acatou, por votação unânime, os argumentos de duas impugnações – uma do Ministério Público Eleitoral, e outra apresentada por um ex-administrador regional e atual candidato a deputado distrital.

José Roberto Arruda em 6 de agosto de 2026, em Brasília Marcella Rodrigues/g1 O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) rejeitou nesta quinta-feira (3), por unanimidade, o registro da candidatura do ex-governador José Roberto Arruda (PSD) ao governo do DF. No mesmo instante -- e mesmo antes do anúncio do resultado --, Arruda indicou que recorreria ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a quem cabe a decisão final sobre candidaturas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp Mas... o que acontece com a campanha agora? E como funciona o recurso? Entenda abaixo: por que o registro da campanha foi rejeitado pelo TRE-DF; como fica a campanha de Arruda durante a análise dos recursos; quais são as opções de Arruda na Justiça; o que pode acontecer a partir do julgamento no TSE. Por que o TRE-DF rejeitou o registro de Arruda? O Tribunal Regional Eleitoral acatou, por votação unânime, os argumentos de duas impugnações – uma do Ministério Público Eleitoral, e outra apresentada por um ex-administrador regional e atual candidato a deputado distrital.

