Athletico faz apresentação segura no triunfo sobre o Vitória pela Copa do Brasil
O técnico Odair Hellmann teve que recompor o sistema defensivo, pelas lesões dos alas-esquerdos Esquivel e Claudinho, para a partida com o Vitória valendo pela Copa do Brasil. O treinador criou um novo bloco defensivo, mantendo a firme estrutura central não perdendo de vista o apoio ao meio de campo que contou, mais uma vez, […]
O técnico Odair Hellmann teve que recompor o sistema defensivo, pelas lesões dos alas-esquerdos Esquivel e Claudinho, para a partida com o Vitória valendo pela Copa do Brasil.
O treinador criou um novo bloco defensivo, mantendo a firme estrutura central não perdendo de vista o apoio ao meio de campo que contou, mais uma vez, com o bom desempenho de Luiz Gustavo e Jadson.
E as ações começaram de forma eletrizante com Renê arrancando em contra-ataque, aos 2 minutos, superando o zagueiro Aguirre na corrida e finalizando na saída do goleiro Santos. Mas a bola bateu na trave para alívio dos atleticanos.
E a disputa continuou intensa, com a pressão do Furacão sobre a bem montada defesa baiana, organizada pelo treinador Jair Ventura, quando o armador João Cruz realizou perfeita jogada pessoal, limpou o espaço e finalizou com segurança abrindo a contagem./https%3A%2F%2Fmedia.umdoisesportes.com.br%2Fmain%2F2026%2F08%2Fjoao-cruz-gol-athletico-vitoria.jpg)
Com Leozinho e Mendonza dispersivos, restou Viveros no ataque nas poucas tentativas elaboradas no segundo tempo, afinal o Furacão preferiu se garantir antes do que arriscar, até que o próprio Viveros prestou assistência precisa para Dudu Kogitzki que finalizou com a maior calma nessa hora.
No geral, o Athletico fez apresentação segura no triunfo sobre o Vitória pela Copa do Brasil. Os dois gols de vantagem serão administrados no jogo de volta, nesta quinta-feira, em Salvador, dentro do amalucado calendário do futebol brasileiro neste ano por causa da absurda Copa do Mundo com quase dois meses de duração para encher os bolsos da Fifa e seus asseclas.
Aliás, com apetite de elefante, o presidente Gianni Infantino quer mais, muito mais além das 64 seleções para a próxima Copa do Mundo, tanto que provocou reação de próprios dirigentes da entidade e, sobretudo, da UEFA – União Europeia de Futebol -, obviamente pressionada pelos grandes clubes europeus que andam enjoados de pagar alto custo pelos excessos dos cartolas suíços da Fifa.


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