Athletico supera desfalques de peso, volta a vencer e se firma em terceiro

Após uma sequência ruim de resultados, com dois empates e uma derrota nos quais sofreu nove gols, o Athletico voltou a vencer mesmo com três desfalques de peso: Viveros, João Cruz e Benavídez. Mas não foi um jogo fácil com o Bahia, que exigiu muito esforço dos mandantes e mostrou-se muito bem armado pelo treinador […]

Set 21, 2026 - 11:00
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Athletico supera desfalques de peso, volta a vencer e se firma em terceiro

Após uma sequência ruim de resultados, com dois empates e uma derrota nos quais sofreu nove gols, o Athletico voltou a vencer mesmo com três desfalques de peso: Viveros, João Cruz e Benavídez.

Mas não foi um jogo fácil com o Bahia, que exigiu muito esforço dos mandantes e mostrou-se muito bem armado pelo treinador Rogério Ceni, que deixou o campo protestando contra a arbitragem, se bem que Odair Hellmann também reclamou do homem do apito e foi expulso antes do fechamento das cortinas na Arena da Baixada.

O atacante Vargas foi o destaque no triunfo atleticano com duas assistências perfeitas para a marcação dos gols: na primeira, serviu o ala Esquivel que concluiu de primeira no ângulo oposto do goleiro baiano; na segunda, passou para a atacante Jorge Rivaldo que se antecipou ao marcador e chutou com sucesso.

Vargas e Mendoza celebram gol do Furacão. Foto: Jow Baker/Fotoarena/Sipa USA/IconSport

Nesse interregno, entretanto, os corações atleticanos pulsaram fortemente, pois o jovem goleiro Mycael saiu mal da meta em bola alta sobre a grande área, permitindo que Erick Pulga empatasse. Mas, no final do primeiro tempo, redimiu-se defendendo uma penalidade máxima.

O técnico Odair Hellmann soube substituir os ausentes e manter o ritmo intenso de jogo, se bem que Leozinho não acompanhou da maneira como ele esperava e foi substituído por Jorge Rivaldo, autor do gol da merecida vitória.

Com o resultado o Furacão firmou-se na terceira colocação do Campeonato Brasileiro, mas com os últimos tropeços do Palmeiras poderia estar mais próximo não fosse o desperdício de pontos em partidas realizadas na Arena da Baixada e, sobretudo, no clássico Atletiba quando ganhava de 3 a 1, no Alto da Glória, e cedeu o empate nos acréscimos do histórico jogo.

Carneiro Neto – leia o perfil completo

Antônio Carlos Carneiro Neto é um dos nomes mais importantes da imprensa esportiva do Paraná. Nascido em Wenceslau Braz em 7 de julho de 1948 e criado em Guarapuava, começou como repórter de rádio e jornal em Ponta Grossa, em 1964, e chegou a Curitiba no ano seguinte para estudar — formando-se, tempos depois, em Direito.

Ao longo de décadas, passou por todas as emissoras de rádio e televisão da capital como repórter, narrador e comentarista, além de assinar colunas diárias na Gazeta do Povo. Foi também o criador dos prefixos da Banda B e da CBN, no fim dos anos 1990.

Escritor de oito livros, emplacou best-sellers como “Atletiba — A Paixão das Multidões” (1994) e “É Disso Que o Povo Gosta” (2019). Em 2016, foi eleito para a Academia Paranaense de Letras, tornando-se imortal.

Atleticano assumido, participou da história do clube nos mais diversos momentos. Hoje, segue em atividade no podcast Carneiro & Mafuz, sucesso de audiência – provando que, como ele mesmo diria, é um privilégio ser contemporâneo de Carneiro Neto. Clique aqui para ler todas as colunas de Carneiro Neto.

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