Bombeiros iniciam buscas por pescador que desapareceu no Rio Mogi Guaçu em Barrinha, SP
Bombeiros começam as buscas no rio Mogi-Guaçu por pescador de Barrinha, SP O Corpo de Bombeiros iniciou nesta quinta-feira (26) as buscas por um pescador que desapareceu no Rio Mogi Guaçu em Barrinha (SP). Claudemir Lopes da Silva, de 58 anos, foi visto pela última vez na quarta-feira (25), após sair com uma canoa do rancho de um amigo. Familiares fazem um apelo por informações. “Muito pescador aqui que mora nesses ranchos conhece meu pai. Meu pai é pescador há muito tempo. Todos conhecem. Quem viu, o que puder ajudar, falar a hora que viu, vai estar ajudando muito”, afirma a empresária Milena Aparecida da Silva, filha do pescador. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Durante as buscas desta quinta-feira, os bombeiros fizeram um reconhecimento da área com embarcações, mas a chuva forte dificultou os trabalhos. Claudemir Lopes da Silva, de 58 anos, desapareceu após ir pescar no Rio Mogi-Guaçu, em Barrinha (SP). Reprodução/EPTV O trecho do Rio Mogi Guaçu em Barrinha é uma das últimas passagens antes de desaguar no Rio Pardo e tem trechos largos e profundos, ideais para pesca. Os bombeiros informaram que seguem à procura do pescador. Pescador costumava usar camisa amarela Familiares registraram um boletim de ocorrência pelo desaparecimento e contam que Claudemir tinha ido ao rancho de um amigo, por volta das 14h de quarta-feira, e saiu com a canoa pelo Rio Mogi-Guaçu. Eles garantem que o pescador levava documentos e ferramentas. Embarcação usada por Claudemir Lopes da Silva foi encontrada a 10 quilômetro de rancho de onde ele havia saído em Barrinha (SP). Reprodução/EPTV “Sempre com a camisa de pesca dele, que é amarela, que tem uma carpa na frente. E o colete a gente não sabe a cor, porque tem vários em casa”, descreve a filha. Depois do desaparecimento, eles encontraram a canoa usada por ele a cerca de dez quilômetros do rancho, mas sem sinais de Claudemir. A mesma embarcação foi usada nas buscas. "Acharam o barco, trouxeram para cá e eles estão utilizando o mesmo barco.” Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca

Bombeiros começam as buscas no rio Mogi-Guaçu por pescador de Barrinha, SP O Corpo de Bombeiros iniciou nesta quinta-feira (26) as buscas por um pescador que desapareceu no Rio Mogi Guaçu em Barrinha (SP). Claudemir Lopes da Silva, de 58 anos, foi visto pela última vez na quarta-feira (25), após sair com uma canoa do rancho de um amigo. Familiares fazem um apelo por informações. “Muito pescador aqui que mora nesses ranchos conhece meu pai. Meu pai é pescador há muito tempo. Todos conhecem. Quem viu, o que puder ajudar, falar a hora que viu, vai estar ajudando muito”, afirma a empresária Milena Aparecida da Silva, filha do pescador. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Durante as buscas desta quinta-feira, os bombeiros fizeram um reconhecimento da área com embarcações, mas a chuva forte dificultou os trabalhos. Claudemir Lopes da Silva, de 58 anos, desapareceu após ir pescar no Rio Mogi-Guaçu, em Barrinha (SP). Reprodução/EPTV O trecho do Rio Mogi Guaçu em Barrinha é uma das últimas passagens antes de desaguar no Rio Pardo e tem trechos largos e profundos, ideais para pesca. Os bombeiros informaram que seguem à procura do pescador. Pescador costumava usar camisa amarela Familiares registraram um boletim de ocorrência pelo desaparecimento e contam que Claudemir tinha ido ao rancho de um amigo, por volta das 14h de quarta-feira, e saiu com a canoa pelo Rio Mogi-Guaçu. Eles garantem que o pescador levava documentos e ferramentas. Embarcação usada por Claudemir Lopes da Silva foi encontrada a 10 quilômetro de rancho de onde ele havia saído em Barrinha (SP). Reprodução/EPTV “Sempre com a camisa de pesca dele, que é amarela, que tem uma carpa na frente. E o colete a gente não sabe a cor, porque tem vários em casa”, descreve a filha. Depois do desaparecimento, eles encontraram a canoa usada por ele a cerca de dez quilômetros do rancho, mas sem sinais de Claudemir. A mesma embarcação foi usada nas buscas. "Acharam o barco, trouxeram para cá e eles estão utilizando o mesmo barco.” Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca

