Cães farejadores da Core ganham missão pioneira de localizar corpos em cemitérios clandestinos

Cães farejadores da Core ganham missão pioneira de localizar corpos em cemitérios clandestinos Os cães farejadores da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Polícia Civil do Rio, ganharam uma nova missão: localizar corpos e restos mortais escondidos em cemitérios clandestinos. Duas cadelas, Lolla e Cora, de 1 ano e 4 meses, passam por um treinamento pioneiro para se tornarem os primeiros animais da corporação especializados nesse tipo de busca. A previsão é que o treinamento seja concluído em até 2 meses. A proposta é preparar as cadelas para atuar principalmente em operações da Core. “Elas são treinadas para localizar restos mortais principalmente em áreas dominadas por facções narcoterroristas, locais de difícil acesso em que a Polícia Civil, em especial a Core, atua constantemente”, explicou Vandré Nicolau de Souza, responsável pelo treinamento. Lola e Cora são treinadas pela Core para localizar restos mortais em cemitérios clandestinos Reprodução / TV Globo Treinamento todos os dias Na simulação, os policiais receberam a informação de que um corpo teria sido abandonado em uma área extensa. Os restos mortais foram escondidos para que os animais pudessem localizar o ponto exato. Durante a busca, Lola encontrou o local e começou a latir, sinalizando para o condutor que havia identificado o odor. O alerta é feito em poucos segundos. A Seção de Operações com Cães da Core conta atualmente com 15 animais, a maioria da raça pastor-belga-malinois. Eles são treinados para localizar drogas, armas, munições e explosivos. O treinamento é diário e envolve 3 etapas principais: socialização e adaptação a diferentes ambientes, detecção de odores e condicionamento físico. “Eles precisam se manter bem condicionados fisicamente para conseguir executar o trabalho de faro com perfeição, exatidão e rapidez”, explicou Vandré. Em 1 ano, os cães da Core participaram de pelo menos 180 ocorrências. Cães da Core participaram de pelo menos 180 ocorrências em um ano Reprodução / TV Globo

Ago 19, 2026 - 04:30
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Cães farejadores da Core ganham missão pioneira de localizar corpos em cemitérios clandestinos

Cães farejadores da Core ganham missão pioneira de localizar corpos em cemitérios clandestinos Os cães farejadores da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Polícia Civil do Rio, ganharam uma nova missão: localizar corpos e restos mortais escondidos em cemitérios clandestinos. Duas cadelas, Lolla e Cora, de 1 ano e 4 meses, passam por um treinamento pioneiro para se tornarem os primeiros animais da corporação especializados nesse tipo de busca. A previsão é que o treinamento seja concluído em até 2 meses. A proposta é preparar as cadelas para atuar principalmente em operações da Core. “Elas são treinadas para localizar restos mortais principalmente em áreas dominadas por facções narcoterroristas, locais de difícil acesso em que a Polícia Civil, em especial a Core, atua constantemente”, explicou Vandré Nicolau de Souza, responsável pelo treinamento. Lola e Cora são treinadas pela Core para localizar restos mortais em cemitérios clandestinos Reprodução / TV Globo Treinamento todos os dias Na simulação, os policiais receberam a informação de que um corpo teria sido abandonado em uma área extensa. Os restos mortais foram escondidos para que os animais pudessem localizar o ponto exato. Durante a busca, Lola encontrou o local e começou a latir, sinalizando para o condutor que havia identificado o odor. O alerta é feito em poucos segundos. A Seção de Operações com Cães da Core conta atualmente com 15 animais, a maioria da raça pastor-belga-malinois. Eles são treinados para localizar drogas, armas, munições e explosivos. O treinamento é diário e envolve 3 etapas principais: socialização e adaptação a diferentes ambientes, detecção de odores e condicionamento físico. “Eles precisam se manter bem condicionados fisicamente para conseguir executar o trabalho de faro com perfeição, exatidão e rapidez”, explicou Vandré. Em 1 ano, os cães da Core participaram de pelo menos 180 ocorrências. Cães da Core participaram de pelo menos 180 ocorrências em um ano Reprodução / TV Globo