Cartas escritas por detento ajudam a inocentar jovens condenados a 24 anos de prisão por latrocínio em MG

Misael e João Pedro falam sobre a soltura após quase 5 anos presos em Jequitinhonha Cartas enviadas por um homem condenado pelo latrocínio de uma idosa, de 95 anos, ajudaram a inocentar dois rapazes que também haviam sido responsabilizados pelo crime em Jequitinhonha, interior de Minas Gerais. As correspondências foram encaminhadas a uma juíza e a familiares de João Pedro Alves Pinho e Misael de Souza Silva. Os dois estavam presos desde janeiro de 2022, quando a vítima foi morta por asfixia dentro de casa, na comunidade de Caju. No vídeo no início da reportagem, os rapazes falam sobre o tempo em que estiveram encarcerados. “Senhor meritíssimo, não aguento mais ficar sabendo que o verdadeiro criminoso está em liberdade e tem duas pessoas pagando por um crime que não é e nem tem participação. Por isso, senhor meritíssimo, estou disposto a contar tudo o que eu verdadeiramente sei e o que aconteceu de fato”, escreveu o homem condenado em um trecho da carta.

Mai 25, 2026 - 17:00
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Cartas escritas por detento ajudam a inocentar jovens condenados a 24 anos de prisão por latrocínio em MG

Misael e João Pedro falam sobre a soltura após quase 5 anos presos em Jequitinhonha Cartas enviadas por um homem condenado pelo latrocínio de uma idosa, de 95 anos, ajudaram a inocentar dois rapazes que também haviam sido responsabilizados pelo crime em Jequitinhonha, interior de Minas Gerais. As correspondências foram encaminhadas a uma juíza e a familiares de João Pedro Alves Pinho e Misael de Souza Silva. Os dois estavam presos desde janeiro de 2022, quando a vítima foi morta por asfixia dentro de casa, na comunidade de Caju. No vídeo no início da reportagem, os rapazes falam sobre o tempo em que estiveram encarcerados. “Senhor meritíssimo, não aguento mais ficar sabendo que o verdadeiro criminoso está em liberdade e tem duas pessoas pagando por um crime que não é e nem tem participação. Por isso, senhor meritíssimo, estou disposto a contar tudo o que eu verdadeiramente sei e o que aconteceu de fato”, escreveu o homem condenado em um trecho da carta.