Coritiba desmorona em jogo surreal e Athletico arrebenta o Vitória nos acréscimos
Se tivesse mantido sua postura tática e técnica tradicional como visitante, o Coritiba não teria sido derrotado pelo fraco time do Grêmio nesse domingo (26), em Porto Alegre. Mas como se perdeu durante a partida, caiu com duas duas expulsões e três gols anulados do adversário. Um jogo surreal sob todos os aspectos. No primeiro […]
Se tivesse mantido sua postura tática e técnica tradicional como visitante, o Coritiba não teria sido derrotado pelo fraco time do Grêmio nesse domingo (26), em Porto Alegre. Mas como se perdeu durante a partida, caiu com duas duas expulsões e três gols anulados do adversário. Um jogo surreal sob todos os aspectos.
No primeiro tempo, o Coxa manteve a sua estrutura sólida defensiva, boa movimentação no meio de campo, mas sem presença ofensiva, já que Lucas Ronier preocupou-se mais com a fita que colocou na cabeça, enquanto Pedro Rocha voltou a finalizar de forma bisonha.
Para complicar tudo, o árbitro, muito indeciso e sem critério, acabou expulsando o zagueiro Bruno Melo, abrindo, consequentemente, espaços para o ataque do Grêmio que assinalou o gol através de Gabriel Mec em chute de primeira.
Sem conseguir equilibrar-se em campo – e muito menos esboçar algum tipo de reação –, o Coritiba foi dominado na etapa complementar, com um festival de gols do Grêmio anulados , pelos mais diversos motivos.
O técnico Fernando Seabra tentou melhorar as coisas substituindo o zagueiro Maicon pelo médio volante Vini Paulista e o dispersivo atacante Pedro Rocha por Lavega. Nada mudou. No fim do jogo, Jacy ainda deu um carrinho fenomenal no adversário e também foi expulso de campo.
Enquanto o Coritiba desmoronou com a expulsão, o Athletico arrebentou o Vitória. Que jogo na Arena da Baixada!
Em falha do zagueiro Carlos Terán, o Vitória fez o primeiro gol através de Renê, mas em pênalti sofrido e marcado por Kevin Viveros, o Athletico empatou. Na etapa complementar, houve de tudo um pouco.
Primeiro, é importante reconhecer a boa organização do Vitória, sob o comando de Jair Ventura e as fracas atuações individuais dos pratas de casa atleticanos João Cruz e Bruninho, que simplesmente não conseguiram se entender com os colombianos do ataque.
Odair Hellmann foi trocando os jogadores e apostando tudo nas individualidades, mas Viveros perdeu uma chance incrível logo no inicio do segundo tempo, repetindo-se a dose com o bom veterano Luiz Gustavo.
Ah, o futebol, como és torturante para o torcedor! Pois não há de ver que os mesmos Viveros e Luiz Gustavo balançaram as redes nos minutos finais, levando a torcida à loucura na Arena da Baixada. Um triunfo reabilitador depois da medíocre atuação no empate com o Atlético Goianense, pela Copa do Brasil.


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