Cury critica excesso de privilégios a políticos no poder e diz ser alternativa: 'Nem picanha, nem fuzil'

O candidato à presidência Augusto Cury (Avante) criticou neste sábado (3) o excesso de privilégios dos políticos que estão no poder enquanto professores convivem com a falta de estrutura em sala de aula. "Essas duas famílias sequestraram emocionalmente. O Lula da Silva tem 74 funcionários do Palácio do Alvorada na sua casa. O Flávio Bolsonaro tem mais de 40 assessores e quem paga a conta, quem paga a conta é o contribuinte. E um professor não tem um auxiliar dentro da sala de aula e ele tem o ouro da humanidade lá em sala de aula. Isso está errado, isso é uma vergonha", afirmou o escritor, que fez seu último dia em Colina (SP), cidade de 18 mil habitantes da região de Ribeirão Preto (SP) onde nasceu. Ele também disse ser uma alternativa aos candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto. "Quero devolver o sonho para o brasileiro, porque é uma vergonha lá em Brasília, a elite política esqueceu da sociedade brasileira, as pessoas reais que precisam ser abraçadas. (...) O Brasil tem cura. Nem picanha, nem fuzil."

Out 3, 2026 - 11:30
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Cury critica excesso de privilégios a políticos no poder e diz ser alternativa: 'Nem picanha, nem fuzil'
O candidato à presidência Augusto Cury (Avante) criticou neste sábado (3) o excesso de privilégios dos políticos que estão no poder enquanto professores convivem com a falta de estrutura em sala de aula. "Essas duas famílias sequestraram emocionalmente. O Lula da Silva tem 74 funcionários do Palácio do Alvorada na sua casa. O Flávio Bolsonaro tem mais de 40 assessores e quem paga a conta, quem paga a conta é o contribuinte. E um professor não tem um auxiliar dentro da sala de aula e ele tem o ouro da humanidade lá em sala de aula. Isso está errado, isso é uma vergonha", afirmou o escritor, que fez seu último dia em Colina (SP), cidade de 18 mil habitantes da região de Ribeirão Preto (SP) onde nasceu. Ele também disse ser uma alternativa aos candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto. "Quero devolver o sonho para o brasileiro, porque é uma vergonha lá em Brasília, a elite política esqueceu da sociedade brasileira, as pessoas reais que precisam ser abraçadas. (...) O Brasil tem cura. Nem picanha, nem fuzil."