Dragas usadas no garimpo são destruídas e madeira irregular é apreendida em fiscalização no AM

Equipes do Ibama destruíram dragas Divulgação Seis dragas usadas no garimpo ilegal foram destruídas no Rio Madeira, no sábado (21), durante ações de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Amazonas. No mesmo dia, outra ação distinta, também realizada pelo órgão, resultou na apreensão de madeira ilegal dentro de Terras Indígenas. Conforme o Ibama, a destruição das dragas e a apreensão de madeira ocorreram em pontos diferentes. As ações tiveram o intuito de combater atividades ilegais que provocam graves impactos ambientais, especialmente a contaminação dos rios amazônicos e os danos à biodiversidade. Segundo o órgão, os equipamentos usados no garimpo ilegal estavam abandonados e foram inutilizados conforme prevê a legislação ambiental. A ação contou com apoio da Marinha do Brasil, que garantiu a segurança das equipes em campo. Aeronaves também foram usadas para identificar e monitorar as estruturas criminosas ao longo do rio.

Fev 23, 2026 - 21:00
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Dragas usadas no garimpo são destruídas e madeira irregular é apreendida em fiscalização no AM

Equipes do Ibama destruíram dragas Divulgação Seis dragas usadas no garimpo ilegal foram destruídas no Rio Madeira, no sábado (21), durante ações de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Amazonas. No mesmo dia, outra ação distinta, também realizada pelo órgão, resultou na apreensão de madeira ilegal dentro de Terras Indígenas. Conforme o Ibama, a destruição das dragas e a apreensão de madeira ocorreram em pontos diferentes. As ações tiveram o intuito de combater atividades ilegais que provocam graves impactos ambientais, especialmente a contaminação dos rios amazônicos e os danos à biodiversidade. Segundo o órgão, os equipamentos usados no garimpo ilegal estavam abandonados e foram inutilizados conforme prevê a legislação ambiental. A ação contou com apoio da Marinha do Brasil, que garantiu a segurança das equipes em campo. Aeronaves também foram usadas para identificar e monitorar as estruturas criminosas ao longo do rio.