Esquerda x direita: veja como está o mapa da América do Sul após a reeleição de Lula

Mapa mostra distribuição de governos de direita e esquerda na América do Sul após reeleição de Lula em outubro de 2026. Arte/g1 O presidente Lula foi reeleito no domingo (25) para um quarto mandato presidencial, o que representou um revés para a direita, que vinha avançando na América do Sul, e manteve o Brasil como um dos únicos países do continente com um governo de esquerda atualmente. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A imprensa internacional também chamou atenção para esse fato em sua cobertura da reeleição de Lula. O presidente petista "freou o avanço da direita" no continente sul-americano e "manteve o Brasil à esquerda enquanto a América Latina vira à direita", segundo afirmou a mídia dos Estados Unidos. O "The New York Times" ainda chamou Lula de "líder político mais influente da América Latina". Lula (PT) foi eleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro (PL). O pleito foi histórico porque marcou a primeira vez na História da democracia brasileira em que um candidato é eleito após ter ficado em 2º lugar no primeiro turno. Leia mais aqui. Antes da vitória de Lula, candidatos de direita conquistaram as últimas cinco eleições presidenciais ocorridas na América do Sul: Em julho, Keiko Fujimori foi declarada presidente do Peru; Em junho, Abelardo de la Espriella venceu a presidência na Colômbia; Em dezembro de 2025, José Antonio Kast se tornou presidente do Chile; Em outubro de 2025, Rodrigo Paz venceu na Bolívia; Em abril de 2025, Daniel Noboa foi reeleito. Nesses pleitos, três presidentes de esquerda deixaram o cargo: na Colômbia, com Gustavo Petro, no Chile, com Gabriel Boric, e na Bolívia, com Luis Arce. Todas essas eleições ocorreram sob a esfera de influência do governo de Donald Trump, que retornou à Casa Branca em janeiro de 2025. Nesse meio tempo, Trump apoiou de forma explícita alguns desses candidatos que venceram as eleições em seus respectivos países. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) após o resultado do segundo turno das eleições Montagem/g1

Out 26, 2026 - 13:30
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Esquerda x direita: veja como está o mapa da América do Sul após a reeleição de Lula

Mapa mostra distribuição de governos de direita e esquerda na América do Sul após reeleição de Lula em outubro de 2026. Arte/g1 O presidente Lula foi reeleito no domingo (25) para um quarto mandato presidencial, o que representou um revés para a direita, que vinha avançando na América do Sul, e manteve o Brasil como um dos únicos países do continente com um governo de esquerda atualmente. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A imprensa internacional também chamou atenção para esse fato em sua cobertura da reeleição de Lula. O presidente petista "freou o avanço da direita" no continente sul-americano e "manteve o Brasil à esquerda enquanto a América Latina vira à direita", segundo afirmou a mídia dos Estados Unidos. O "The New York Times" ainda chamou Lula de "líder político mais influente da América Latina". Lula (PT) foi eleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro (PL). O pleito foi histórico porque marcou a primeira vez na História da democracia brasileira em que um candidato é eleito após ter ficado em 2º lugar no primeiro turno. Leia mais aqui. Antes da vitória de Lula, candidatos de direita conquistaram as últimas cinco eleições presidenciais ocorridas na América do Sul: Em julho, Keiko Fujimori foi declarada presidente do Peru; Em junho, Abelardo de la Espriella venceu a presidência na Colômbia; Em dezembro de 2025, José Antonio Kast se tornou presidente do Chile; Em outubro de 2025, Rodrigo Paz venceu na Bolívia; Em abril de 2025, Daniel Noboa foi reeleito. Nesses pleitos, três presidentes de esquerda deixaram o cargo: na Colômbia, com Gustavo Petro, no Chile, com Gabriel Boric, e na Bolívia, com Luis Arce. Todas essas eleições ocorreram sob a esfera de influência do governo de Donald Trump, que retornou à Casa Branca em janeiro de 2025. Nesse meio tempo, Trump apoiou de forma explícita alguns desses candidatos que venceram as eleições em seus respectivos países. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) após o resultado do segundo turno das eleições Montagem/g1