Fantasias de carnaval viram figurinos de quadrilha em projeto social que transforma vidas na Zona Oeste do Rio
Fantasias de carnaval viram figurinos de quadrilha em projeto social que transforma vidas na Zona Oeste do Rio A tradição das festas juninas, trazida pelos portugueses ao Brasil no século XVI, ganha um novo significado em um projeto social na comunidade Antares, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. No Instituto Silvestre, fantasias que desfilaram no carnaval são reaproveitadas e transformadas em figurinos usados nas apresentações de quadrilha. Vestidos, saias, jardineiras e adereços que um dia fizeram parte dos desfiles das escolas de samba ganham uma nova função pelas mãos da professora Rose Paixão e dos alunos do instituto. Rose conta que aproveita materiais descartados por escolas de samba para confeccionar as roupas das apresentações. “Quando a gente não vai pra Marques de Sapucaí, nós vamos pra Intendentes Magalhães. A Intendente Magalhães. Então, vai meus amigos, eles me ajudam, nós pegamos sacos e enchemos bastante de reciclagem e transportamos no início do ano, assim, no carnaval, pra eu poder fazer a customização das roupas.”

Fantasias de carnaval viram figurinos de quadrilha em projeto social que transforma vidas na Zona Oeste do Rio A tradição das festas juninas, trazida pelos portugueses ao Brasil no século XVI, ganha um novo significado em um projeto social na comunidade Antares, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. No Instituto Silvestre, fantasias que desfilaram no carnaval são reaproveitadas e transformadas em figurinos usados nas apresentações de quadrilha. Vestidos, saias, jardineiras e adereços que um dia fizeram parte dos desfiles das escolas de samba ganham uma nova função pelas mãos da professora Rose Paixão e dos alunos do instituto. Rose conta que aproveita materiais descartados por escolas de samba para confeccionar as roupas das apresentações. “Quando a gente não vai pra Marques de Sapucaí, nós vamos pra Intendentes Magalhães. A Intendente Magalhães. Então, vai meus amigos, eles me ajudam, nós pegamos sacos e enchemos bastante de reciclagem e transportamos no início do ano, assim, no carnaval, pra eu poder fazer a customização das roupas.”

