Mulher passa 57 anos trabalhando sem salário para uma família e Justiça reconhece exploração em MG
Especialistas analisam relação entre trabalho doméstico e racismo no Brasil. Divulgação Uma mulher que começou a trabalhar para uma família aos 12 anos, em 1968, passou 57 anos sem receber salário e sem ter os direitos trabalhistas reconhecidos. O caso ocorreu entre os municípios de Joaíma e Teófilo Otoni, no Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri, em Minas Gerais, e foi reconhecido como trabalho análogo à escravidão pela Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG). Segundo o processo, a trabalhadora deixou Joaíma, no Vale do Jequitinhonha, ainda criança, para prestar serviços domésticos na casa de uma integrante da família em Teófilo Otoni. Anos depois, retornou para Joaíma, onde continuou trabalhando para o mesmo núcleo familiar.

Especialistas analisam relação entre trabalho doméstico e racismo no Brasil. Divulgação Uma mulher que começou a trabalhar para uma família aos 12 anos, em 1968, passou 57 anos sem receber salário e sem ter os direitos trabalhistas reconhecidos. O caso ocorreu entre os municípios de Joaíma e Teófilo Otoni, no Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri, em Minas Gerais, e foi reconhecido como trabalho análogo à escravidão pela Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG). Segundo o processo, a trabalhadora deixou Joaíma, no Vale do Jequitinhonha, ainda criança, para prestar serviços domésticos na casa de uma integrante da família em Teófilo Otoni. Anos depois, retornou para Joaíma, onde continuou trabalhando para o mesmo núcleo familiar.

