O que são plantas que formam 'tapete verde' em trecho do Lago Paranoá, em Brasília?
Plantas aquáticas que formam 'tapete verde' em trecho do Lago Paranoá, em Brasília Diogo André/TV Globo Quem passa pelo Deck Sul, na L4 Sul, vê uma cena curiosa no Lago Paranoá, em Brasília: um tapete de plantas aquáticas tomam conta do espelho d'água na manhã deste domingo (7). De acordo com a Caesb, responsável pela retirada das plantas da água, a presença da espécie "é um fenômeno natural e varia ao longo do ano" (veja íntegra da nota abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp "Há períodos em que essas plantas crescem com mais velocidade e em maior volume, influenciadas por fatores como luminosidade, temperatura, profundidade e condições naturais do ambiente", afirma a companhia. A retirada das plantas aquáticas é feita pelo barco Papaguapé. Segundo a Caesb, só neste ano, foram removidos aproximadamente 2,5 mil metros cúbicos de plantas aquáticas. A companhia afirma ainda que o fenômeno não tem relação com o aparecimento de algas no espelho d'água nem com o tratamento realizado pela companhia. "O Lago Paranoá segue monitorado, seguro e apto aos seus múltiplos usos, incluindo abastecimento, lazer e esporte", afirma.

Plantas aquáticas que formam 'tapete verde' em trecho do Lago Paranoá, em Brasília Diogo André/TV Globo Quem passa pelo Deck Sul, na L4 Sul, vê uma cena curiosa no Lago Paranoá, em Brasília: um tapete de plantas aquáticas tomam conta do espelho d'água na manhã deste domingo (7). De acordo com a Caesb, responsável pela retirada das plantas da água, a presença da espécie "é um fenômeno natural e varia ao longo do ano" (veja íntegra da nota abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp "Há períodos em que essas plantas crescem com mais velocidade e em maior volume, influenciadas por fatores como luminosidade, temperatura, profundidade e condições naturais do ambiente", afirma a companhia. A retirada das plantas aquáticas é feita pelo barco Papaguapé. Segundo a Caesb, só neste ano, foram removidos aproximadamente 2,5 mil metros cúbicos de plantas aquáticas. A companhia afirma ainda que o fenômeno não tem relação com o aparecimento de algas no espelho d'água nem com o tratamento realizado pela companhia. "O Lago Paranoá segue monitorado, seguro e apto aos seus múltiplos usos, incluindo abastecimento, lazer e esporte", afirma.

