O que se sabe sobre o caso do padre preso por estupro de vulnerável após dar bebidas a casal de coroinhas
Padre é preso suspeito de estupro de vulnerável O caso do padre Jucelino de Oliveira, que foi preso aos 58 anos em Praia Grande, no litoral de São Paulo, suspeito de estupro de vulnerável contra uma jovem de 19 anos, repercutiu em todo o país. Por conta disso, o g1 reuniu tudo o que se sabe sobre a ocorrência. Conforme registrado em boletim de ocorrência, o religioso foi acusado de oferecer bebidas alcoólicas à vítima e ao namorado dela, de 18 anos, antes de cometer o crime. O casal era coroinha de uma igreja onde Jucelino atuava. Os nomes dos jovens não serão divulgados. Em nota, o advogado João Paulo Silva Rocha, que representa o padre, afirmou que a prisão possui "natureza temporária e exclusivamente cautelar" e que a medida "não representa condenação" (veja o posicionamento completo ao final da reportagem). ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. O g1 reuniu o que se sabe sobre o caso até o momento: Como era a relação da vítima com o padre? O que diz a vítima? Como foi a prisão? Qual era a atuação do padre? O que diz a Diocese de Santos? O que diz a defesa de Jucelino? O padre Jucelino de Oliveira foi preso pela DDM de Praia Grande Redes sociais e Reprodução 1. Como era a relação da vítima com o padre? De acordo com o boletim de ocorrência, a jovem e o namorado frequentavam uma igreja onde o padre atuava havia aproximadamente três meses. Conforme o relato, o casal passou a acompanhá-lo em missas realizadas em outras igrejas e também era convidado para ir à casa dele. Ainda conforme o registro, a jovem afirmou que Jucelino costumava oferecer bebidas alcoólicas ao casal e insistia para que eles consumissem álcool, mesmo depois de ela dizer que tinha problemas com a bebida. Voltar ao início. 2. O que diz a vítima? Segundo o depoimento da jovem, em uma ocasião na casa do padre, ele deu um abraço no casal e, durante o gesto, encostou a genitália na perna dela. Em seguida, quando o namorado estava com a cabeça abaixada e aparentava estar sonolento após consumir bebida alcoólica, o homem se aproximou novamente e colocou as mãos por dentro da blusa e do sutiã dela. De acordo com o relato, após o episódio, o padre pediu que os dois fossem para um quarto descansar. Mais tarde, ele chamou a jovem para voltar a beber com ele, mas ela recusou. A mulher alegou também que, em outras ocasiões, o religioso ofereceu presentes e ajuda financeira, como pagar a carteira de motorista dela e comprar materiais para que ela pudesse abrir um salão de beleza. Ela afirmou ainda que o padre chegou a sugerir que o casal morasse na casa dele. Voltar ao início. 3. Como foi a prisão? Jucelino foi preso na noite de sexta-feira (4), após uma equipe da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande cumprir um mandado expedido pela Justiça. Além da prisão, a Justiça determinou medidas cautelares para proteção das vítimas, incluindo a proibição de aproximação a menos de 300 metros, de contato por qualquer meio e de frequentar locais regularmente frequentados por elas. O padre Jucelino de Oliveira atua em Praia Grande Polícia Civil e Redes sociais Voltar ao início. 4. Qual era a atuação do padre? O padre Jucelino administrava a Casa Pime, espaço em Praia Grande voltado para retiros, convivência, descanso e lazer relacionado ao Pontifício Instituto das Missões Exteriores (Pime), instituto missionário nascido na Itália. Ele celebrava missas na capela São João Batista, que fica no bairro Solemar, e na igreja Nossa Senhora Auxiliadora, localizada no bairro Jardim Imperador. Voltar ao início. 5. O que diz a Diocese de Santos? Em nota, a Diocese de Santos afirmou que tomou conhecimento do cumprimento do mandado e que confia no trabalho da Justiça para o esclarecimento dos fatos. "Reafirmamos que as providências canônicas cabíveis serão tomadas", complementou. Voltar ao início. 6. O que diz a defesa? Veja o posicionamento da defesa do padre na íntegra: "A defesa técnica do Padre Jucelino de Oliveira informa que a prisão cumprida na noite de sexta-feira possui natureza temporária e exclusivamente cautelar, no âmbito de investigação que tramita sob sigilo. A medida não representa condenação nem autoriza qualquer conclusão antecipada sobre a responsabilidade do investigado. Até o momento, a defesa não teve acesso integral à representação policial, ao parecer do Ministério Público e aos fundamentos completos da decisão. Na audiência de custódia, foi requerida a revogação da prisão e sua substituição pelas medidas cautelares já determinadas, prosseguindo a defesa na adoção das providências judiciais cabíveis. O Padre Jucelino cumpriu a ordem judicial sem resistência e permanecerá à disposição das autoridades. A defesa manifesta absoluto respeito a todas as pessoas envolvidas, sem distinção, e confia que os fatos serão apurados com rigor, serenidade e observância das garantias legais. Solicita-se, portanto, responsabilidade na divulgação das informações, preservando-se a dignidade dos envolvidos, a presunção de in

Padre é preso suspeito de estupro de vulnerável O caso do padre Jucelino de Oliveira, que foi preso aos 58 anos em Praia Grande, no litoral de São Paulo, suspeito de estupro de vulnerável contra uma jovem de 19 anos, repercutiu em todo o país. Por conta disso, o g1 reuniu tudo o que se sabe sobre a ocorrência. Conforme registrado em boletim de ocorrência, o religioso foi acusado de oferecer bebidas alcoólicas à vítima e ao namorado dela, de 18 anos, antes de cometer o crime. O casal era coroinha de uma igreja onde Jucelino atuava. Os nomes dos jovens não serão divulgados. Em nota, o advogado João Paulo Silva Rocha, que representa o padre, afirmou que a prisão possui "natureza temporária e exclusivamente cautelar" e que a medida "não representa condenação" (veja o posicionamento completo ao final da reportagem). ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. O g1 reuniu o que se sabe sobre o caso até o momento: Como era a relação da vítima com o padre? O que diz a vítima? Como foi a prisão? Qual era a atuação do padre? O que diz a Diocese de Santos? O que diz a defesa de Jucelino? O padre Jucelino de Oliveira foi preso pela DDM de Praia Grande Redes sociais e Reprodução 1. Como era a relação da vítima com o padre? De acordo com o boletim de ocorrência, a jovem e o namorado frequentavam uma igreja onde o padre atuava havia aproximadamente três meses. Conforme o relato, o casal passou a acompanhá-lo em missas realizadas em outras igrejas e também era convidado para ir à casa dele. Ainda conforme o registro, a jovem afirmou que Jucelino costumava oferecer bebidas alcoólicas ao casal e insistia para que eles consumissem álcool, mesmo depois de ela dizer que tinha problemas com a bebida. Voltar ao início. 2. O que diz a vítima? Segundo o depoimento da jovem, em uma ocasião na casa do padre, ele deu um abraço no casal e, durante o gesto, encostou a genitália na perna dela. Em seguida, quando o namorado estava com a cabeça abaixada e aparentava estar sonolento após consumir bebida alcoólica, o homem se aproximou novamente e colocou as mãos por dentro da blusa e do sutiã dela. De acordo com o relato, após o episódio, o padre pediu que os dois fossem para um quarto descansar. Mais tarde, ele chamou a jovem para voltar a beber com ele, mas ela recusou. A mulher alegou também que, em outras ocasiões, o religioso ofereceu presentes e ajuda financeira, como pagar a carteira de motorista dela e comprar materiais para que ela pudesse abrir um salão de beleza. Ela afirmou ainda que o padre chegou a sugerir que o casal morasse na casa dele. Voltar ao início. 3. Como foi a prisão? Jucelino foi preso na noite de sexta-feira (4), após uma equipe da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande cumprir um mandado expedido pela Justiça. Além da prisão, a Justiça determinou medidas cautelares para proteção das vítimas, incluindo a proibição de aproximação a menos de 300 metros, de contato por qualquer meio e de frequentar locais regularmente frequentados por elas. O padre Jucelino de Oliveira atua em Praia Grande Polícia Civil e Redes sociais Voltar ao início. 4. Qual era a atuação do padre? O padre Jucelino administrava a Casa Pime, espaço em Praia Grande voltado para retiros, convivência, descanso e lazer relacionado ao Pontifício Instituto das Missões Exteriores (Pime), instituto missionário nascido na Itália. Ele celebrava missas na capela São João Batista, que fica no bairro Solemar, e na igreja Nossa Senhora Auxiliadora, localizada no bairro Jardim Imperador. Voltar ao início. 5. O que diz a Diocese de Santos? Em nota, a Diocese de Santos afirmou que tomou conhecimento do cumprimento do mandado e que confia no trabalho da Justiça para o esclarecimento dos fatos. "Reafirmamos que as providências canônicas cabíveis serão tomadas", complementou. Voltar ao início. 6. O que diz a defesa? Veja o posicionamento da defesa do padre na íntegra: "A defesa técnica do Padre Jucelino de Oliveira informa que a prisão cumprida na noite de sexta-feira possui natureza temporária e exclusivamente cautelar, no âmbito de investigação que tramita sob sigilo. A medida não representa condenação nem autoriza qualquer conclusão antecipada sobre a responsabilidade do investigado. Até o momento, a defesa não teve acesso integral à representação policial, ao parecer do Ministério Público e aos fundamentos completos da decisão. Na audiência de custódia, foi requerida a revogação da prisão e sua substituição pelas medidas cautelares já determinadas, prosseguindo a defesa na adoção das providências judiciais cabíveis. O Padre Jucelino cumpriu a ordem judicial sem resistência e permanecerá à disposição das autoridades. A defesa manifesta absoluto respeito a todas as pessoas envolvidas, sem distinção, e confia que os fatos serão apurados com rigor, serenidade e observância das garantias legais. Solicita-se, portanto, responsabilidade na divulgação das informações, preservando-se a dignidade dos envolvidos, a presunção de inocência e evitando-se qualquer forma de prejulgamento público." Voltar ao início. VÍDEOS: Tudo sobre Santos e Região

