Operação mira envolvidos em briga generalizada que deixou ex-Coritiba ferido

A Polícia Civil do Paraná deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), uma operação para cumprir 14 mandados judiciais contra suspeitos de envolvimento em invasão de campo e atos de violência durante uma partida de futebol amador em Curitiba. A ação conta com o apoio da Polícia Militar do Paraná e da Guarda Municipal de Curitiba. […]

Abr 16, 2026 - 11:00
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Operação mira envolvidos em briga generalizada que deixou ex-Coritiba ferido

A Polícia Civil do Paraná deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), uma operação para cumprir 14 mandados judiciais contra suspeitos de envolvimento em invasão de campo e atos de violência durante uma partida de futebol amador em Curitiba. A ação conta com o apoio da Polícia Militar do Paraná e da Guarda Municipal de Curitiba.

Ao todo, estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. As medidas são resultado de uma investigação conduzida após episódios de agressão registrados durante a final da Taça Paraná, disputada entre Capão Raso e Trieste, em dezembro de 2025.

Investigação aponta premeditação e organização

Briga generalizada na Taça Paraná. (Foto: Reprodução/Internet).

De acordo com a PCPR, o caso ocorreu no dia 13 de dezembro, quando, antes mesmo do apito final, jogadores das duas equipes iniciaram uma série de agressões físicas dentro de campo. Na sequência, torcedores invadiram o gramado, ampliando o cenário de violência. Pelo menos dois atletas ficaram feridos e precisaram de atendimento médico, entre eles, Bill, ex-Coritiba e Corinthians.

Após o episódio, a Polícia Civil instaurou um inquérito para identificar os responsáveis e entender a dinâmica da confusão. Segundo a delegada Sâmia Coser, as investigações apontaram que os confrontos não foram totalmente espontâneos.


“Apuramos que houve premeditação, uma vez que foram identificadas ameaças em redes sociais e em aplicativos de mensagens na semana que antecedeu o jogo”, explicou a delegada.


Com base na individualização das condutas, a PCPR solicitou à Justiça medidas cautelares contra os suspeitos. Os pedidos tiveram parecer favorável do Ministério Público e foram autorizados pelo Judiciário.

Atacante Bill pelo Trieste. (Foto: Carlos Martini/Trieste).

Ainda conforme a delegada, a operação busca não apenas responsabilizar os envolvidos, mas também reforçar o caráter educativo das punições. “A ação visa coibir a transformação de eventos esportivos em cenários de criminalidade violenta”, completou.

A investigação segue em andamento, e a polícia não descarta novas fases da operação.

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