Padre com 16 brasileiros em peregrinação cruza fronteira de Israel e Egito após bombardeios
Padre que visitava Israel cruza fronteira com o país após bombardeios Um grupo de 17 brasileiros que participava de uma peregrinação no Oriente Médio deixou Israel às pressas após bombardeios na região nos últimos dias. Entre eles está o padre Marcio Vignoli, da Paróquia Santíssimo Sacramento, da Igreja Matriz de Itajaí, Litoral Norte de Santa Catarina. Em relatos nas redes sociais, Vignoli contou que o grupo saiu de Israel no domingo (1º) e cruzou a fronteira para o Egito, passando pelo deserto. Nesta terça-feira (2), a assessoria da comunidade do Divino Oleiro confirmou que o grupo está no Cairo e planeja uma celebração no Mar Vermelho. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Na quarta (4), seguem para Roma, onde visitam o Vaticano. Depois, retornam ao Brasil. “Fizemos ontem [domingo] a travessia da fronteira de Israel para o Egito. Já estamos no Egito, neste hotel, junto ao Mar Vermelho. Daqui a pouco vamos seguir viagem, mais sete horas rumo ao deserto do Sinai, mas tudo muito tranquilo”, disse. Grupo de brasileiros no mar da Galiléia horas antes da guerra no Oriente Médio Reprodução/Comunidade Divino Oleiro Conforme a Divino Oleiro, os brasileiros que estão com o sacerdote são de Florianópolis e Balneário Camboriú (SC) e chegaram a Israel na sexta-feira (27). Um dia depois, um ataque promovido por Estados Unidos e Israel atingiu o Irã e matou diversas pessoas. Uma escola de meninas no país também foi atingida. Como resposta, o Irã disparou mísseis e atacou bases norte-americanas em países da região. Nesta terça, explosões foram ouvidas em diversos países do Oriente Médio. ONU pede investigação sobre ataque mortal a escola no Irã Túmulos são abertos para vítimas de ataque a escola em Minab, no Irã. Cerca de 150 pessoas morreram. Iranian Foreign Media Department/WANA Guerra EUA e Israel x Irã Estados Unidos e Israel lançaram um grande ataque contra o Irã na manhã de sábado (28), deflagrando uma guerra entre os três países. Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas. Os bombardeios mataram o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e outros membros de alto escalão da cúpula militar e de governo iraniano. Em resposta aos ataques, o Irã disparou mísseis contra o território israelense e contra bases militares norte-americanas no Oriente Médio. Essa troca de ataques continua desde então, com bombardeios diários contra Israel e Irã, sendo presenciados em outros países da região. Os EUA informaram no domingo que três militares do país foram mortos desde o início da guerra, e Trump prometeu "vingá-los". "Infelizmente, haverá mais [mortes] antes que [a guerra] acabe. Mas os Estados Unidos vão vingar seus mortos e desferir o golpe mais devastador aos terroristas que travam uma guerra, basicamente, contra a civilização", afirmou o presidente Trump no domingo.

Padre que visitava Israel cruza fronteira com o país após bombardeios Um grupo de 17 brasileiros que participava de uma peregrinação no Oriente Médio deixou Israel às pressas após bombardeios na região nos últimos dias. Entre eles está o padre Marcio Vignoli, da Paróquia Santíssimo Sacramento, da Igreja Matriz de Itajaí, Litoral Norte de Santa Catarina. Em relatos nas redes sociais, Vignoli contou que o grupo saiu de Israel no domingo (1º) e cruzou a fronteira para o Egito, passando pelo deserto. Nesta terça-feira (2), a assessoria da comunidade do Divino Oleiro confirmou que o grupo está no Cairo e planeja uma celebração no Mar Vermelho. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Na quarta (4), seguem para Roma, onde visitam o Vaticano. Depois, retornam ao Brasil. “Fizemos ontem [domingo] a travessia da fronteira de Israel para o Egito. Já estamos no Egito, neste hotel, junto ao Mar Vermelho. Daqui a pouco vamos seguir viagem, mais sete horas rumo ao deserto do Sinai, mas tudo muito tranquilo”, disse. Grupo de brasileiros no mar da Galiléia horas antes da guerra no Oriente Médio Reprodução/Comunidade Divino Oleiro Conforme a Divino Oleiro, os brasileiros que estão com o sacerdote são de Florianópolis e Balneário Camboriú (SC) e chegaram a Israel na sexta-feira (27). Um dia depois, um ataque promovido por Estados Unidos e Israel atingiu o Irã e matou diversas pessoas. Uma escola de meninas no país também foi atingida. Como resposta, o Irã disparou mísseis e atacou bases norte-americanas em países da região. Nesta terça, explosões foram ouvidas em diversos países do Oriente Médio. ONU pede investigação sobre ataque mortal a escola no Irã Túmulos são abertos para vítimas de ataque a escola em Minab, no Irã. Cerca de 150 pessoas morreram. Iranian Foreign Media Department/WANA Guerra EUA e Israel x Irã Estados Unidos e Israel lançaram um grande ataque contra o Irã na manhã de sábado (28), deflagrando uma guerra entre os três países. Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas. Os bombardeios mataram o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e outros membros de alto escalão da cúpula militar e de governo iraniano. Em resposta aos ataques, o Irã disparou mísseis contra o território israelense e contra bases militares norte-americanas no Oriente Médio. Essa troca de ataques continua desde então, com bombardeios diários contra Israel e Irã, sendo presenciados em outros países da região. Os EUA informaram no domingo que três militares do país foram mortos desde o início da guerra, e Trump prometeu "vingá-los". "Infelizmente, haverá mais [mortes] antes que [a guerra] acabe. Mas os Estados Unidos vão vingar seus mortos e desferir o golpe mais devastador aos terroristas que travam uma guerra, basicamente, contra a civilização", afirmou o presidente Trump no domingo.

