Polícia vai revisar inquéritos sem autoria após suspeito preso dizer que matou 80 pessoas na Paraíba
Suspeito de mais de 80 mortes é levado para presídio A Polícia Civil da Paraíba vai revisar inquéritos de homicídios que ainda não têm autoria definida para verificar se há elementos que possam relacionar Jorlan Lopes da Silva, de 33 anos, aos crimes. A medida é uma das estratégias da investigação para tentar confirmar ou não a declaração do suspeito de que teria matado cerca de 80 pessoas ao longo da vida. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Jorlan foi preso no domingo (13), em Mulungu, no Agreste da Paraíba, enquanto tentava fugir usando vestido e peruca, e carregando no colo uma criança que não era parente dele. Investigado por uma série de homicídios no estado, ele afirmou durante o interrogatório ter cometido aproximadamente 80 assassinatos. O número, no entanto, ainda não é considerado oficialmente pela investigação. Segundo o delegado Douglas Garcia, responsável pelo caso, a Polícia Civil já reúne elementos que relacionam Jorlan a 16 casos de homicídios cometidos em aproximadamente três meses no Vale do Mamanguape. Agora, os policiais vão analisar casos que permanecem sem autoria definida em busca de informações que possam apontar a participação do suspeito. “Nós iremos fazer uma revisão nos inquéritos que estão sem autoria e analisar as informações, a fim de identificar elementos que possam recair sob Jorlan”, afirmou o delegado. A partir da revisão, a polícia pretende verificar se outros assassinatos investigados no estado podem ter relação com Jorlan. Qualquer nova atribuição de suspeita ou autoria, porém, dependerá da existência de elementos que vinculem o suspeito a cada crime. "Homem da peruca" afirma que pode ser autor de 80 mortes Operação prende investigado por homicídios que se vestia de mulher e segura criança no loco para fugir, no Litoral Norte da Paraíba Polícia Civil da Paraíba Durante o depoimento após a prisão em Mulungu, Jorlan afirmou ter cometido cerca de 80 homicídios ao longo da vida. A Polícia Civil está confrontando as informações fornecidas por ele com investigações, provas técnicas e registros de homicídios. “É um número muito expressivo. Nós acreditamos que se não for esse número, é algo muito próximo disso”, afirmou o delegado Douglas Garcia. Suspeito de homicídios preso vestido de mulher cometeu primeiro crime aos 13 anos e se escondia no mato na PB Polícia Militar da Paraíba LEIA TAMBÉM: Criança encontrada no colo de suspeito de homicídios preso vestido de mulher na PB não era parente dele, diz polícia Suspeito de homicídios preso vestido de mulher cometeu primeiro crime aos 13 anos e se escondia em mata na PB, diz polícia Ligação com facção A Polícia Civil também aponta uma possível ligação de Jorlan com uma facção criminosa originária do Rio de Janeiro e que atua na Paraíba. Depois de fugir do confronto em Rio Tinto, segundo a investigação, ele teria se escondido em uma comunidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa, associada à organização criminosa. A partir de um trabalho de inteligência, os policiais identificaram o imóvel onde ele estaria e passaram a acompanhar os deslocamentos do grupo. Jorlan teria deixado Cabedelo em direção a Mulungu acompanhado de outros integrantes. Com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os investigadores identificaram o veículo utilizado pelo grupo. Um dos comparsas foi preso durante uma abordagem, mas Jorlan conseguiu fugir novamente. 48 horas de buscas Preso vestido de mulher, homem é suspeito de 16 homicídios em três meses na PB Reprodução/Polícia Civil A fuga de Jorlan terminou em Mulungu, no domingo (13). O suspeito havia passado anteriormente por policiais usando vestido, peruca, sandália feminina, óculos escuros e unhas pintadas. Conforme o relato apresentado pelo delegado, Jorlan teria retornado à residência onde estava escondido, pegado um revólver e deixado a criança. Na saída, porém, o vestido teria ficado deslocado e uma tatuagem permitiu que os policiais identificassem o suspeito. A Polícia Civil ainda não informou como a criança foi parar com o suspeito nem se recebeu atendimento médico após ser localizada até a publicação desta matéria. A criança não era parente dele. Ele foi preso após cerca de 48 horas de operação. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Paraíba. Durante a mesma operação, outros dois homens, também suspeitos de envolvimento em diversos crimes na região, foram presos em uma abordagem realizada pelas forças de segurança no município de Mulungu, na Paraíba. Segundo o delegado Marcos Paulo Sales, que também participou da operação, os três suspeitos teriam ligação com a mesma facção criminosa, que possui atuação na região. Jorlan foi encaminhado para o Presídio Sílvio Porto, em João Pessoa, após passar por audiência de custódia, conforme informou o delegado Douglas Garcia. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Suspeito de mais de 80 mortes é levado para presídio A Polícia Civil da Paraíba vai revisar inquéritos de homicídios que ainda não têm autoria definida para verificar se há elementos que possam relacionar Jorlan Lopes da Silva, de 33 anos, aos crimes. A medida é uma das estratégias da investigação para tentar confirmar ou não a declaração do suspeito de que teria matado cerca de 80 pessoas ao longo da vida. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Jorlan foi preso no domingo (13), em Mulungu, no Agreste da Paraíba, enquanto tentava fugir usando vestido e peruca, e carregando no colo uma criança que não era parente dele. Investigado por uma série de homicídios no estado, ele afirmou durante o interrogatório ter cometido aproximadamente 80 assassinatos. O número, no entanto, ainda não é considerado oficialmente pela investigação. Segundo o delegado Douglas Garcia, responsável pelo caso, a Polícia Civil já reúne elementos que relacionam Jorlan a 16 casos de homicídios cometidos em aproximadamente três meses no Vale do Mamanguape. Agora, os policiais vão analisar casos que permanecem sem autoria definida em busca de informações que possam apontar a participação do suspeito. “Nós iremos fazer uma revisão nos inquéritos que estão sem autoria e analisar as informações, a fim de identificar elementos que possam recair sob Jorlan”, afirmou o delegado. A partir da revisão, a polícia pretende verificar se outros assassinatos investigados no estado podem ter relação com Jorlan. Qualquer nova atribuição de suspeita ou autoria, porém, dependerá da existência de elementos que vinculem o suspeito a cada crime. "Homem da peruca" afirma que pode ser autor de 80 mortes Operação prende investigado por homicídios que se vestia de mulher e segura criança no loco para fugir, no Litoral Norte da Paraíba Polícia Civil da Paraíba Durante o depoimento após a prisão em Mulungu, Jorlan afirmou ter cometido cerca de 80 homicídios ao longo da vida. A Polícia Civil está confrontando as informações fornecidas por ele com investigações, provas técnicas e registros de homicídios. “É um número muito expressivo. Nós acreditamos que se não for esse número, é algo muito próximo disso”, afirmou o delegado Douglas Garcia. Suspeito de homicídios preso vestido de mulher cometeu primeiro crime aos 13 anos e se escondia no mato na PB Polícia Militar da Paraíba LEIA TAMBÉM: Criança encontrada no colo de suspeito de homicídios preso vestido de mulher na PB não era parente dele, diz polícia Suspeito de homicídios preso vestido de mulher cometeu primeiro crime aos 13 anos e se escondia em mata na PB, diz polícia Ligação com facção A Polícia Civil também aponta uma possível ligação de Jorlan com uma facção criminosa originária do Rio de Janeiro e que atua na Paraíba. Depois de fugir do confronto em Rio Tinto, segundo a investigação, ele teria se escondido em uma comunidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa, associada à organização criminosa. A partir de um trabalho de inteligência, os policiais identificaram o imóvel onde ele estaria e passaram a acompanhar os deslocamentos do grupo. Jorlan teria deixado Cabedelo em direção a Mulungu acompanhado de outros integrantes. Com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os investigadores identificaram o veículo utilizado pelo grupo. Um dos comparsas foi preso durante uma abordagem, mas Jorlan conseguiu fugir novamente. 48 horas de buscas Preso vestido de mulher, homem é suspeito de 16 homicídios em três meses na PB Reprodução/Polícia Civil A fuga de Jorlan terminou em Mulungu, no domingo (13). O suspeito havia passado anteriormente por policiais usando vestido, peruca, sandália feminina, óculos escuros e unhas pintadas. Conforme o relato apresentado pelo delegado, Jorlan teria retornado à residência onde estava escondido, pegado um revólver e deixado a criança. Na saída, porém, o vestido teria ficado deslocado e uma tatuagem permitiu que os policiais identificassem o suspeito. A Polícia Civil ainda não informou como a criança foi parar com o suspeito nem se recebeu atendimento médico após ser localizada até a publicação desta matéria. A criança não era parente dele. Ele foi preso após cerca de 48 horas de operação. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Paraíba. Durante a mesma operação, outros dois homens, também suspeitos de envolvimento em diversos crimes na região, foram presos em uma abordagem realizada pelas forças de segurança no município de Mulungu, na Paraíba. Segundo o delegado Marcos Paulo Sales, que também participou da operação, os três suspeitos teriam ligação com a mesma facção criminosa, que possui atuação na região. Jorlan foi encaminhado para o Presídio Sílvio Porto, em João Pessoa, após passar por audiência de custódia, conforme informou o delegado Douglas Garcia. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

