Por que investidores voltam a olhar para imóveis em tempos de juros altos
Mesmo com juros elevados, deixar grandes quantias concentradas em aplicações tradicionais pode não ser suficiente para preservar o patrimônio ao longo dos anos. O rendimento nominal costuma transmitir uma sensação de segurança, mas especialistas alertam que a análise precisa considerar fatores como inflação, tributação e o aumento do custo de vida, especialmente para investidores com padrão de consumo mais elevado. Portanto, cenários assim têm levado parte do mercado a voltar os olhares para a diversificação patrimonial por meio de ativos reais. Entre eles, os imóveis seguem ocupando espaço importante nas estratégias de longo prazo, principalmente quando adquiridos durante as fases iniciais de um empreendimento. Segundo as consultoras de mercado da Paludo Incorporadora, Katya e Thays, comparar apenas o percentual de rentabilidade de uma aplicação financeira pode levar a conclusões equivocadas sobre o crescimento efetivo do patrimônio. "A renda fixa pode cumprir uma função importante de liquidez, previsibilidade e equilíbrio da carteira. O problema começa quando o investidor compara apenas a taxa nominal da aplicação e ignora impostos, inflação e aumento real do seu próprio custo de vida." As especialistas explicam ainda que a inflação oficial representa apenas uma média da economia. Ou seja, na prática, famílias que concentram gastos em educação, saúde, serviços, viagens e moradia costumam enfrentar um aumento de despesas superior aos índices gerais divulgados periodicamente. "Não basta perguntar quanto o investimento rende. É preciso perguntar quanto sobra de retorno real depois da inflação e da tributação", explica. Ativos reais atravessam diferentes ciclos econômicos Os imóveis são classificados como ativos reais porque estão vinculados a elementos físicos e limitados, como terra, infraestrutura, materiais e capacidade construtiva. Esses fatores acompanham mudanças de custos ao longo do tempo e tendem a responder de maneira diferente às oscilações monetárias. Ainda de acordo com as especialistas, essa característica ajuda a explicar por que imóveis historicamente aparecem entre as alternativas. "Todos esses componentes possuem custos que se alteram ao longo do tempo." Entretanto, ressaltam que essa condição não significa que qualquer imóvel produzirá o mesmo resultado para o investidor. "A proteção aparece quando existe qualidade de localização, demanda, preço de entrada coerente, liquidez e um produto capaz de continuar desejado no futuro." Nesse contexto, empreendimentos desenvolvidos por marcas reconhecidas no mercado catarinense passaram a atrair investidores de diferentes estados. Em Itajaí, o Volo Riviera representa essa estratégia ao combinar torre única, Bairro Fazenda, projeto residencial de perfil exclusivo e a experiência da Paludo Incorporadora, responsável pela entrega de mais de 50 empreendimentos. O ciclo de obra pode potencializar ganho patrimonial Outro aspecto observado por investidores é o chamado efeito multiplicador durante a construção. Nessa modalidade, o comprador normalmente realiza uma entrada e parcelas ao longo da obra, enquanto a valorização acompanha o valor integral do imóvel. As consultoras da Paludo Incorporadora exemplificam esse mecanismo. "Se um imóvel de R$ 2 milhões é adquirido com R$ 400 mil pagos inicialmente e, ao longo da obra, passa a ser avaliado em R$ 2,3 milhões, o aumento de R$ 300 mil representa 15% sobre o valor total do imóvel, mas equivale a 75% do capital inicialmente desembolsado. É essa diferença entre o valor do ativo e o capital já aportado que produz o chamado efeito multiplicador". Essa dinâmica exige planejamento financeiro e análise criteriosa. "Alavancagem inteligente começa pela análise do risco, não pela euforia com o retorno.". As fases iniciais de um empreendimento costumam concentrar maior potencial de ganho de capital porque o investidor ingressa antes da conclusão da obra e antes das principais atualizações da tabela de preços. Porém, entrar cedo não basta, pois é necessário avaliar documentação, capacidade financeira, qualidade do projeto, histórico da empresa responsável e perspectivas de demanda futura. Em períodos de maior seletividade econômica, produtos diferenciados tendem a manter maior capacidade de atrair compradores, enquanto empreendimentos semelhantes enfrentam maior comparação de preços. Nesse ambiente, a trajetória da Paludo Incorporadora e o histórico de mais de 50 empreendimentos entregues reduzem parte das incertezas normalmente avaliadas pelos investidores. Somam-se a isso a proposta de torre única do Volo Riviera e sua implantação no Bairro Fazenda, região cuja evolução urbana elevou a procura por imóveis ao combinar mobilidade, serviços e qualidade residencial. Assim, além de escolher entre renda fixa e imóveis, o movimento observado entre investidores é o da diversificação. Em vez de concentrar recursos em uma única classe de ativos, cresce a busca por estratégias capazes de equilibrar liquidez, preservação pa

Mesmo com juros elevados, deixar grandes quantias concentradas em aplicações tradicionais pode não ser suficiente para preservar o patrimônio ao longo dos anos. O rendimento nominal costuma transmitir uma sensação de segurança, mas especialistas alertam que a análise precisa considerar fatores como inflação, tributação e o aumento do custo de vida, especialmente para investidores com padrão de consumo mais elevado. Portanto, cenários assim têm levado parte do mercado a voltar os olhares para a diversificação patrimonial por meio de ativos reais. Entre eles, os imóveis seguem ocupando espaço importante nas estratégias de longo prazo, principalmente quando adquiridos durante as fases iniciais de um empreendimento. Segundo as consultoras de mercado da Paludo Incorporadora, Katya e Thays, comparar apenas o percentual de rentabilidade de uma aplicação financeira pode levar a conclusões equivocadas sobre o crescimento efetivo do patrimônio. "A renda fixa pode cumprir uma função importante de liquidez, previsibilidade e equilíbrio da carteira. O problema começa quando o investidor compara apenas a taxa nominal da aplicação e ignora impostos, inflação e aumento real do seu próprio custo de vida." As especialistas explicam ainda que a inflação oficial representa apenas uma média da economia. Ou seja, na prática, famílias que concentram gastos em educação, saúde, serviços, viagens e moradia costumam enfrentar um aumento de despesas superior aos índices gerais divulgados periodicamente. "Não basta perguntar quanto o investimento rende. É preciso perguntar quanto sobra de retorno real depois da inflação e da tributação", explica. Ativos reais atravessam diferentes ciclos econômicos Os imóveis são classificados como ativos reais porque estão vinculados a elementos físicos e limitados, como terra, infraestrutura, materiais e capacidade construtiva. Esses fatores acompanham mudanças de custos ao longo do tempo e tendem a responder de maneira diferente às oscilações monetárias. Ainda de acordo com as especialistas, essa característica ajuda a explicar por que imóveis historicamente aparecem entre as alternativas. "Todos esses componentes possuem custos que se alteram ao longo do tempo." Entretanto, ressaltam que essa condição não significa que qualquer imóvel produzirá o mesmo resultado para o investidor. "A proteção aparece quando existe qualidade de localização, demanda, preço de entrada coerente, liquidez e um produto capaz de continuar desejado no futuro." Nesse contexto, empreendimentos desenvolvidos por marcas reconhecidas no mercado catarinense passaram a atrair investidores de diferentes estados. Em Itajaí, o Volo Riviera representa essa estratégia ao combinar torre única, Bairro Fazenda, projeto residencial de perfil exclusivo e a experiência da Paludo Incorporadora, responsável pela entrega de mais de 50 empreendimentos. O ciclo de obra pode potencializar ganho patrimonial Outro aspecto observado por investidores é o chamado efeito multiplicador durante a construção. Nessa modalidade, o comprador normalmente realiza uma entrada e parcelas ao longo da obra, enquanto a valorização acompanha o valor integral do imóvel. As consultoras da Paludo Incorporadora exemplificam esse mecanismo. "Se um imóvel de R$ 2 milhões é adquirido com R$ 400 mil pagos inicialmente e, ao longo da obra, passa a ser avaliado em R$ 2,3 milhões, o aumento de R$ 300 mil representa 15% sobre o valor total do imóvel, mas equivale a 75% do capital inicialmente desembolsado. É essa diferença entre o valor do ativo e o capital já aportado que produz o chamado efeito multiplicador". Essa dinâmica exige planejamento financeiro e análise criteriosa. "Alavancagem inteligente começa pela análise do risco, não pela euforia com o retorno.". As fases iniciais de um empreendimento costumam concentrar maior potencial de ganho de capital porque o investidor ingressa antes da conclusão da obra e antes das principais atualizações da tabela de preços. Porém, entrar cedo não basta, pois é necessário avaliar documentação, capacidade financeira, qualidade do projeto, histórico da empresa responsável e perspectivas de demanda futura. Em períodos de maior seletividade econômica, produtos diferenciados tendem a manter maior capacidade de atrair compradores, enquanto empreendimentos semelhantes enfrentam maior comparação de preços. Nesse ambiente, a trajetória da Paludo Incorporadora e o histórico de mais de 50 empreendimentos entregues reduzem parte das incertezas normalmente avaliadas pelos investidores. Somam-se a isso a proposta de torre única do Volo Riviera e sua implantação no Bairro Fazenda, região cuja evolução urbana elevou a procura por imóveis ao combinar mobilidade, serviços e qualidade residencial. Assim, além de escolher entre renda fixa e imóveis, o movimento observado entre investidores é o da diversificação. Em vez de concentrar recursos em uma única classe de ativos, cresce a busca por estratégias capazes de equilibrar liquidez, preservação patrimonial e oportunidades ligadas ao ciclo de desenvolvimento imobiliário. Conheça o Volo Riviera e entenda como o empreendimento foi planejado para investidores que buscam diversificação patrimonial e exposição a um ativo real em Itajaí

