Roqueiros desde bebês: pais contam como gênero musical influenciou na criação dos filhos em Ribeirão Preto, SP
Roqueiros desde bebês: pais contam como gênero musical influenciou na criação dos filhos O contato precoce com guitarras, baterias e canções clássicas do rock é uma ferramenta poderosa para duas famílias em Ribeirão Preto (SP) na criação das crianças. Elas acreditam que o estilo musical vai muito além do entretenimento. Nesta segunda-feira (13) é comemorado o Dia Mundial do Rock e, para celebrar a data, o g1 conversou com fãs de rock que afirmam: a paixão pelo gênero passou de pai para filho de forma natural. Na casa do músico Beto Leonetti e da escritora Silvia Ueno, o filho Thomas, de 7 anos, trocou as canções infantis pelas bandas clássicas e, desde bebê, transformou o convívio com os acordes em estímulo para se expressar e interagir. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Na família da professora Nayara Kobori e do vocalista Renato Rosa, a realidade é parecida. O casal escolheu o nome do filho Eduardo, de 2 anos, em homenagem aos roqueiros Edu Falaschi e Supla, e o menino já tem banda favorita, acompanha os shows do pai de perto e se diverte imitando os movimentos dele nos palcos. A vivência entre os acordes e o ambiente dos palcos reflete no crescimento das duas crianças. Os pais notam avanços práticos nas habilidades sociais, na paciência e na criatividade dos meninos. Independentemente de a criança querer ser músico ou não, a música é fundamental para o desenvolvimento. Ela ajuda a aprender habilidades sociais, a se controlar, a entender que tem o momento dele e o momento do amiguinho Em Ribeirão Preto, SP, os pais de Thomas e Eduardo compartilham o amor pelo rock e incentivam o convívio com a música como pilar na educação e no desenvolvimento dos filhos Arquivo pessoal A percepção das famílias tem base científica. Diretor musical e professor da School of Rock de Ribeirão Preto, Daniel Junta explica que a musicalização infantil exige movimentos cerebrais simultâneos. "O contato com os instrumentos e os ritmos trabalha a audição, a visão, a leitura e a memória ao mesmo tempo. Quando a criança está tocando um instrumento, tudo isso está interligado. Colabora demais, não somente no aspecto musical, mas também no estudo regular e na disciplina". Rock no lugar de desenhos infantis

Roqueiros desde bebês: pais contam como gênero musical influenciou na criação dos filhos O contato precoce com guitarras, baterias e canções clássicas do rock é uma ferramenta poderosa para duas famílias em Ribeirão Preto (SP) na criação das crianças. Elas acreditam que o estilo musical vai muito além do entretenimento. Nesta segunda-feira (13) é comemorado o Dia Mundial do Rock e, para celebrar a data, o g1 conversou com fãs de rock que afirmam: a paixão pelo gênero passou de pai para filho de forma natural. Na casa do músico Beto Leonetti e da escritora Silvia Ueno, o filho Thomas, de 7 anos, trocou as canções infantis pelas bandas clássicas e, desde bebê, transformou o convívio com os acordes em estímulo para se expressar e interagir. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Na família da professora Nayara Kobori e do vocalista Renato Rosa, a realidade é parecida. O casal escolheu o nome do filho Eduardo, de 2 anos, em homenagem aos roqueiros Edu Falaschi e Supla, e o menino já tem banda favorita, acompanha os shows do pai de perto e se diverte imitando os movimentos dele nos palcos. A vivência entre os acordes e o ambiente dos palcos reflete no crescimento das duas crianças. Os pais notam avanços práticos nas habilidades sociais, na paciência e na criatividade dos meninos. Independentemente de a criança querer ser músico ou não, a música é fundamental para o desenvolvimento. Ela ajuda a aprender habilidades sociais, a se controlar, a entender que tem o momento dele e o momento do amiguinho Em Ribeirão Preto, SP, os pais de Thomas e Eduardo compartilham o amor pelo rock e incentivam o convívio com a música como pilar na educação e no desenvolvimento dos filhos Arquivo pessoal A percepção das famílias tem base científica. Diretor musical e professor da School of Rock de Ribeirão Preto, Daniel Junta explica que a musicalização infantil exige movimentos cerebrais simultâneos. "O contato com os instrumentos e os ritmos trabalha a audição, a visão, a leitura e a memória ao mesmo tempo. Quando a criança está tocando um instrumento, tudo isso está interligado. Colabora demais, não somente no aspecto musical, mas também no estudo regular e na disciplina". Rock no lugar de desenhos infantis

