Tráfico impõe monopólio da farinha e faz preço do pão subir em Belford Roxo, denunciam comerciantes
Comerciantes de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, denunciam estar sendo vítimas de extorsão por traficantes, que estariam impondo a compra de farinha de trigo controlada pelo crime organizado. A prática tem impactado diretamente o preço do pão francês e a rotina de padarias da região.
Segundo relatos, os estabelecimentos são obrigados a adquirir sacos de farinha vendidos por criminosos, mesmo com a existência de fornecedores legalizados. No mercado atacadista, o produto custa entre R$ 60 e R$ 70. Já sob controle do tráfico, a farinha — apontada como de qualidade inferior — chega a ser vendida por até R$ 100.
O aumento forçado no custo da matéria-prima já reflete no bolso do consumidor. Antes comercializado a cerca de R$ 0,50, ou em promoções de três unidades por R$ 1, o pão francês agora não é encontrado por menos de R$ 0,80 em alguns estabelecimentos.
Comerciantes afirmam que, ao tentar comprar de distribuidores regulares, sofrem ameaças e retaliações. Há indícios de que a prática também ocorre em outras áreas da Baixada, incluindo Duque de Caxias.
Comerciantes de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, denunciam estar sendo vítimas de extorsão por traficantes, que estariam impondo a compra de farinha de trigo controlada pelo crime organizado. A prática tem impactado diretamente o preço do pão francês e a rotina de padarias da região.
Segundo relatos, os estabelecimentos são obrigados a adquirir sacos de farinha vendidos por criminosos, mesmo com a existência de fornecedores legalizados. No mercado atacadista, o produto custa entre R$ 60 e R$ 70. Já sob controle do tráfico, a farinha — apontada como de qualidade inferior — chega a ser vendida por até R$ 100.
O aumento forçado no custo da matéria-prima já reflete no bolso do consumidor. Antes comercializado a cerca de R$ 0,50, ou em promoções de três unidades por R$ 1, o pão francês agora não é encontrado por menos de R$ 0,80 em alguns estabelecimentos.
Comerciantes afirmam que, ao tentar comprar de distribuidores regulares, sofrem ameaças e retaliações. Há indícios de que a prática também ocorre em outras áreas da Baixada, incluindo Duque de Caxias.