Trump diz que EUA são 'esperança e luz' no mundo e afirma que 'não queremos comunistas no nosso país'
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa em evento de 250 anos de independência dos EUA, em Washington D.C., em 5 de julho de 2026. REUTERS/Jonathan Ernst O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exaltou neste domingo (5) os EUA e o povo norte-americano, afirmando que são "luz, esperança e liberdade" no mundo, e disse que "não queremos comunistas no nosso país". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Durante 250 anos, os Estados Unidos da América têm sido a esperança, a promessa, a luz e a glória entre todas as nações do mundo. Todos no mundo tentam ser como nós, mas ninguém consegue e, com a ajuda de Deus, sempre seremos assim — ou até melhores. Estamos celebrando o triunfo da liberdade sobre a tirania", afirmou Trump. Em seguida, Trump afirmou que os EUA são o maior país do mundo, e que todos os outros tentam ser como os norte-americanos, porém não conseguem. Isso porque o país foi o responsável por combater o comunismo com sucesso ao longo dos anos. "Não queremos comunistas em nosso país, e os EUA nunca serão um país comunista. O comunismo é um perdedor e sempre será. Nossos guerreiros não o derrotaram diversas vezes em várias partes do mundo apenas para ele tentar colocar sua cabeça novamente por aqui. É como um câncer, você precisa o retirar rapidamente", disse. O discurso de Trump ocorreu no National Mall, marco da capital norte-americana, para fechar o feriado de 4 de julho e celebrar os 250 anos da Independência dos EUA. A começou no horário programado apesar de alertas de tempestade em Washington D.C. terem causado a evacuação do público em um dado momento do evento. Uma onda de calor extremo e tempestades causaram atrapalharam as celebrações do 4 de julho em algumas cidades norte-americanas. Mesmo com os alertas, Trump disse horas antes que discursaria no evento "de qualquer maneira". Festa de 250 anos da independência dos EUA vira 'guerra cultural' LEIA TAMBÉM: Trump transforma aniversário dos EUA em vitrine política, e festa de 250 anos expõe divisão do país No aniversário de 250 anos, Trump reacende o debate: quais os limites do poder nos EUA? VÍDEO: Paraquedista amarrado a bandeira gigante dos EUA se enrosca em árvore e cai sobre tenda Esta reportagem está em atualização.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa em evento de 250 anos de independência dos EUA, em Washington D.C., em 5 de julho de 2026. REUTERS/Jonathan Ernst O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exaltou neste domingo (5) os EUA e o povo norte-americano, afirmando que são "luz, esperança e liberdade" no mundo, e disse que "não queremos comunistas no nosso país". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Durante 250 anos, os Estados Unidos da América têm sido a esperança, a promessa, a luz e a glória entre todas as nações do mundo. Todos no mundo tentam ser como nós, mas ninguém consegue e, com a ajuda de Deus, sempre seremos assim — ou até melhores. Estamos celebrando o triunfo da liberdade sobre a tirania", afirmou Trump. Em seguida, Trump afirmou que os EUA são o maior país do mundo, e que todos os outros tentam ser como os norte-americanos, porém não conseguem. Isso porque o país foi o responsável por combater o comunismo com sucesso ao longo dos anos. "Não queremos comunistas em nosso país, e os EUA nunca serão um país comunista. O comunismo é um perdedor e sempre será. Nossos guerreiros não o derrotaram diversas vezes em várias partes do mundo apenas para ele tentar colocar sua cabeça novamente por aqui. É como um câncer, você precisa o retirar rapidamente", disse. O discurso de Trump ocorreu no National Mall, marco da capital norte-americana, para fechar o feriado de 4 de julho e celebrar os 250 anos da Independência dos EUA. A começou no horário programado apesar de alertas de tempestade em Washington D.C. terem causado a evacuação do público em um dado momento do evento. Uma onda de calor extremo e tempestades causaram atrapalharam as celebrações do 4 de julho em algumas cidades norte-americanas. Mesmo com os alertas, Trump disse horas antes que discursaria no evento "de qualquer maneira". Festa de 250 anos da independência dos EUA vira 'guerra cultural' LEIA TAMBÉM: Trump transforma aniversário dos EUA em vitrine política, e festa de 250 anos expõe divisão do país No aniversário de 250 anos, Trump reacende o debate: quais os limites do poder nos EUA? VÍDEO: Paraquedista amarrado a bandeira gigante dos EUA se enrosca em árvore e cai sobre tenda Esta reportagem está em atualização.

