A janela fecha e o Athletico vai com “time de Segunda”
A janela de contratações fechou e na do Athletico não entrou mais ninguém. Na prática, só entrou o duvidoso Portilla, que não marca, não cobre e não lança. Então, estamos combinados: o presidente Mario Celso Petraglia, partindo do protocolo arbitrário do “vai com o que tem”, deixa para o treinador Odair Hellmann resolver com o time que […]
A janela de contratações fechou e na do Athletico não entrou mais ninguém. Na prática, só entrou o duvidoso Portilla, que não marca, não cobre e não lança.
Então, estamos combinados: o presidente Mario Celso Petraglia, partindo do protocolo arbitrário do “vai com o que tem”, deixa para o treinador Odair Hellmann resolver com o time que jogou a Segundona.
Se é assim (e não há outra conclusão), o risco de um novo fracasso é objetivo. Esse “time da Segunda” só foi salvo, em Araraquara, na penúltima rodada, com o gol improvável de João Cruz.
Enquanto o mundo tenta entender Donald Trump jogando bombas, eu tento entender o presidente Petraglia. A minha missão parece mais difícil./https%3A%2F%2Fmedia.umdoisesportes.com.br%2Fmain%2F2026%2F01%2F31165341%2Fpetraglia-athletico-dinheiro-cetre.jpg)
Um dia desses, o doutor quase rasgou U$ 6 milhões (R$32 milhões) para contratar o atacante Edwuin Cetré. Não finalizando o negócio, presume-se que ficou o dinheiro, e que outros viriam. Não veio ninguém. Ou então, arrependido, não tinha o dinheiro.
A Baixada deixou há muito tempo de ser um lugar onde tudo parece possivel. Agora, a fé de Hellmann em Nossa Senhora Aparecida ficou, por enquanto, como a tábua de salvação do Athletico.


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