Caso Master: em meio a críticas, TCU vai decidir sobre inspeção no BC no plenário do tribunal
Banco Central recorre da decisão do TCU de realizar inspeção no caso Master Diante das críticas e das polêmicas sobre o banco Master, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, disse ao blog que decidiu submeter ao plenário do tribunal o pedido de inspeção nos documentos sobre o banco liquidado em posse do Banco Central. Segundo ele, logo depois do recesso, que termina no dia 16 de janeiro, ele vai agendar uma data para o plenário discutir o tema. “Primeiro, precisamos deixar claro que o TCU não vai desliquidar o Master. Segundo, o tribunal tem autoridade para analisar as medidas do Banco Central sobre a liquidação do Master, mas não para reverter a liquidação. Como o caso está envolvendo muita polêmica, vamos tomar a decisão sobre a inspeção no plenário do tribunal”, disse Vital do Rêgo. Entidades do setor bancário reagem à decisão do TCU que ameaça independência do BC no caso Banco Master Jornal Nacional/ Reprodução Depois de autorizar a inspeção, o ministro Jonathan de Jesus decidiu recuar após o BC entrar com recurso. A autoridade monetária alegou que esse tipo de medida só poderia ser aprovado por um colegiado do tribunal, no caso a Primeira Câmara. Agora, Vital do Rêgo decidiu submeter o caso ao plenário, e não apenas à Primeira Câmara. O clima dentro do TCU ficou mais tenso depois que foi revelado que influencers estavam sendo contratados para divulgar mensagens em redes sociais atacando o Banco e defendendo o Master. A Polícia Federal vai abrir inquérito para investigar quem estava pagando para a contratação destes influenciadores. Um ministro do tribunal disse que essa última notícia mostrou que a polêmica sobre o banco Master envolve muitos interesses e poderia desgastar ainda mais a imagem do TCU. Por isso, ele aprovou a decisão do presidente do tribunal de levar o caso para o plenário do tribunal. Segundo esse ministro, uma decisão do plenário dará mais peso para qual seja a que for tomada, evitando mais críticas contra a Corte de Contas.

Banco Central recorre da decisão do TCU de realizar inspeção no caso Master Diante das críticas e das polêmicas sobre o banco Master, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, disse ao blog que decidiu submeter ao plenário do tribunal o pedido de inspeção nos documentos sobre o banco liquidado em posse do Banco Central. Segundo ele, logo depois do recesso, que termina no dia 16 de janeiro, ele vai agendar uma data para o plenário discutir o tema. “Primeiro, precisamos deixar claro que o TCU não vai desliquidar o Master. Segundo, o tribunal tem autoridade para analisar as medidas do Banco Central sobre a liquidação do Master, mas não para reverter a liquidação. Como o caso está envolvendo muita polêmica, vamos tomar a decisão sobre a inspeção no plenário do tribunal”, disse Vital do Rêgo. Entidades do setor bancário reagem à decisão do TCU que ameaça independência do BC no caso Banco Master Jornal Nacional/ Reprodução Depois de autorizar a inspeção, o ministro Jonathan de Jesus decidiu recuar após o BC entrar com recurso. A autoridade monetária alegou que esse tipo de medida só poderia ser aprovado por um colegiado do tribunal, no caso a Primeira Câmara. Agora, Vital do Rêgo decidiu submeter o caso ao plenário, e não apenas à Primeira Câmara. O clima dentro do TCU ficou mais tenso depois que foi revelado que influencers estavam sendo contratados para divulgar mensagens em redes sociais atacando o Banco e defendendo o Master. A Polícia Federal vai abrir inquérito para investigar quem estava pagando para a contratação destes influenciadores. Um ministro do tribunal disse que essa última notícia mostrou que a polêmica sobre o banco Master envolve muitos interesses e poderia desgastar ainda mais a imagem do TCU. Por isso, ele aprovou a decisão do presidente do tribunal de levar o caso para o plenário do tribunal. Segundo esse ministro, uma decisão do plenário dará mais peso para qual seja a que for tomada, evitando mais críticas contra a Corte de Contas.

