Coritiba deixa de ser surpresa e uma lição de Ênio para Seabra
Ganhou do Cruzeiro (2×0), no Mineirão, e foi tratado como uma surpresa. Ganhou do Corinthians (2×0) no Itaquerão, e foi exaltado como violador do improvável. E, agora, que ganhou do invicto Mirassol (1×0), no Maião? Ninguém sabe o limite do Coritiba do técnico Fernando Seabra, prognóstico que convida para o debate. Mas uma coisa é certa: deixou de […]
Ganhou do Cruzeiro (2×0), no Mineirão, e foi tratado como uma surpresa. Ganhou do Corinthians (2×0) no Itaquerão, e foi exaltado como violador do improvável. E, agora, que ganhou do invicto Mirassol (1×0), no Maião?
Ninguém sabe o limite do Coritiba do técnico Fernando Seabra, prognóstico que convida para o debate. Mas uma coisa é certa: deixou de ser uma surpresa ou de conseguir coisas improváveis.
Com um modelo de jogo definitivo quando joga fora do Couto Pereira, estruturado na ocupação de espaços e na marcação para fazer o jogo de contra-ataque, deixou de ser surpresa quando ganha. Como ocorreu em Mirassol.
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Então, não seria o caso do bom Fernando Seabra usar o mesmo sistema nos jogos dentro do Couto? O professor bem que poderia estudar um pouco a história do saudoso Ênio Andrade, no título coxa de 1985.
Ocupando espaços, marcando e jogando em contra ataque, no Couto ou fora dele, Ênio fez um dos melhores times da história coxa.


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