Gestoras anunciam que vão manter funcionamento de escola afro-brasileira em Salvador após investimento de 'artista antirracista'
Escola Afro-brasileira Maria Felipa anuncia encerramento das atividades em Salvador Escola Afro-brasileira Maria Felipa A escritora Bárbara Karine e a especialista em Economia Criativa, Maju Passos, anunciaram que a Escola afro-brasileira Maria Felipa — primeira instituição de educação infantil com foco antirracista do país — continuará as atividades após o investimento de um artista baiano e antirracista. As sócio-fundadoras da instituição haviam anunciado o encerramento das atividades na última quarta-feira (7). Por meio de um vídeo, publicado no Instagram, Bárbara e Maju contaram que foram dias intensos e tristes, em que precisaram de muita resiliência. Ela contou que o artista que ajudou a escola entrou em contato após uma manifestação realizada pelos profissionais que trabalham na instituição, no Porto da Barra, na quinta-feira (8). "Após o ato, um importante artista baiano, entrou em contato conosco dizendo que estava disposto a tudo para o projeto não fechar. Ali começou uma grande reviravolta. Fomos para a escola e começamos a pensar cenários possíveis", escreveu. A escola passará a funcionar por meio do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) do Instituto Brasileiro Maria Felipa, criado pelas gestoras do colégio em 2023.

Escola Afro-brasileira Maria Felipa anuncia encerramento das atividades em Salvador Escola Afro-brasileira Maria Felipa A escritora Bárbara Karine e a especialista em Economia Criativa, Maju Passos, anunciaram que a Escola afro-brasileira Maria Felipa — primeira instituição de educação infantil com foco antirracista do país — continuará as atividades após o investimento de um artista baiano e antirracista. As sócio-fundadoras da instituição haviam anunciado o encerramento das atividades na última quarta-feira (7). Por meio de um vídeo, publicado no Instagram, Bárbara e Maju contaram que foram dias intensos e tristes, em que precisaram de muita resiliência. Ela contou que o artista que ajudou a escola entrou em contato após uma manifestação realizada pelos profissionais que trabalham na instituição, no Porto da Barra, na quinta-feira (8). "Após o ato, um importante artista baiano, entrou em contato conosco dizendo que estava disposto a tudo para o projeto não fechar. Ali começou uma grande reviravolta. Fomos para a escola e começamos a pensar cenários possíveis", escreveu. A escola passará a funcionar por meio do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) do Instituto Brasileiro Maria Felipa, criado pelas gestoras do colégio em 2023.

