Jovens com síndrome de Down compartilham como é a rotina no mercado de trabalho: 'eu realmente amo'
Jovens com síndrome de Down compartilham rotina no mercado de trabalho em SP Vestir o uniforme, bater o ponto, lidar com clientes e colegas de equipe, e, no fim do mês, planejar o que fazer com o próprio salário. Para muitos, essa é apenas a rotina comum da vida adulta. Mas para os jovens Gabriel Barbosa, de 22 anos, e Ana Carolina Piragine Paiva, de 27, ambos de Ribeirão Preto (SP), a carteira de trabalho assinada é o passaporte para a independência. Gabriel atua como atendente em uma rede de fast food, enquanto Ana Carolina trabalha como auxiliar de suporte administrativo em uma empresa de telemarketing. Diagnosticados com síndrome de Down, os dois mostram que, de forma gradual e com muito estímulo familiar, o mercado começa a abrir portas para pessoas atípicas no Brasil. No Dia Internacional da Síndrome de Down, neste sábado (21), o g1 mostra a rotina profissional de jovens com a condição genética, os desafios do dia a dia nas empresas e o impacto que a autonomia financeira traz para o desenvolvimento pessoal de cada um. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp "Eu queria continuar trabalhando no meu trabalho de sempre, continuar sendo atendente de restaurante, eu realmente amo", conta Gabriel. Gabriel Barbosa e Ana Carolina Piragine mostram como o emprego formal garante autonomia e inclusão em Ribeirão Preto (SP) Arquivo pessoal Apesar dos exemplos bem-sucedidos como o de Gabriel e Ana Carolina, a presença de pessoas com deficiência em vagas formais ainda enfrenta barreiras. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) mostram que a taxa de ocupação para pessoas com deficiência varia entre 26% e 28%, índice muito distante dos 66% registrados entre pessoas sem deficiência. Quando o recorte é feito para pessoas com algum tipo de deficiência intelectual, o abismo é ainda maior: apenas 5,3% conquistam uma vaga formal, enquanto grupos com outros tipos de deficiência possuem taxas maiores, como 37% para deficiência visual.

Jovens com síndrome de Down compartilham rotina no mercado de trabalho em SP Vestir o uniforme, bater o ponto, lidar com clientes e colegas de equipe, e, no fim do mês, planejar o que fazer com o próprio salário. Para muitos, essa é apenas a rotina comum da vida adulta. Mas para os jovens Gabriel Barbosa, de 22 anos, e Ana Carolina Piragine Paiva, de 27, ambos de Ribeirão Preto (SP), a carteira de trabalho assinada é o passaporte para a independência. Gabriel atua como atendente em uma rede de fast food, enquanto Ana Carolina trabalha como auxiliar de suporte administrativo em uma empresa de telemarketing. Diagnosticados com síndrome de Down, os dois mostram que, de forma gradual e com muito estímulo familiar, o mercado começa a abrir portas para pessoas atípicas no Brasil. No Dia Internacional da Síndrome de Down, neste sábado (21), o g1 mostra a rotina profissional de jovens com a condição genética, os desafios do dia a dia nas empresas e o impacto que a autonomia financeira traz para o desenvolvimento pessoal de cada um. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp "Eu queria continuar trabalhando no meu trabalho de sempre, continuar sendo atendente de restaurante, eu realmente amo", conta Gabriel. Gabriel Barbosa e Ana Carolina Piragine mostram como o emprego formal garante autonomia e inclusão em Ribeirão Preto (SP) Arquivo pessoal Apesar dos exemplos bem-sucedidos como o de Gabriel e Ana Carolina, a presença de pessoas com deficiência em vagas formais ainda enfrenta barreiras. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) mostram que a taxa de ocupação para pessoas com deficiência varia entre 26% e 28%, índice muito distante dos 66% registrados entre pessoas sem deficiência. Quando o recorte é feito para pessoas com algum tipo de deficiência intelectual, o abismo é ainda maior: apenas 5,3% conquistam uma vaga formal, enquanto grupos com outros tipos de deficiência possuem taxas maiores, como 37% para deficiência visual.

