Lavrador se emociona ao comprovar que está vivo e receber documentos

Lavrador fica 10 anos sem registros oficiais após perder documentos O lavrador Antônio Pereira da Silva, de 74 anos, voltou a existir oficialmente após enfrentar uma batalha judicial de mais de uma década. Durante o processo, ele descobriu que constava como morto nos registros oficiais devido a um erro de homônimo. O pesadelo começou quando o morador de Miracema do Tocantins perdeu a certidão de nascimento em um incêndio na fazenda onde trabalhava. Ao tentar emitir a segunda via em Miracema, descobriu que a certidão antiga não havia sido lançada no livro de registros. Apesar da garantia de seu Antônio de que o documento existiu, nenhum arquivo foi encontrado. Após meses em busca de respostas em diferentes cartórios, Antônio teve outra surpresa: no lugar do registro de nascimento, o sistema apontava uma certidão de óbito de um homem com o mesmo nome, morto em São Paulo. O nome da mãe também era o mesmo, com apenas uma letra diferente na grafia. "Saí do Fórum direto para casa. Chorei bastante, quase entrei em depressão", relembrou o lavrador.

Abr 5, 2026 - 14:30
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Lavrador se emociona ao comprovar que está vivo e receber documentos

Lavrador fica 10 anos sem registros oficiais após perder documentos O lavrador Antônio Pereira da Silva, de 74 anos, voltou a existir oficialmente após enfrentar uma batalha judicial de mais de uma década. Durante o processo, ele descobriu que constava como morto nos registros oficiais devido a um erro de homônimo. O pesadelo começou quando o morador de Miracema do Tocantins perdeu a certidão de nascimento em um incêndio na fazenda onde trabalhava. Ao tentar emitir a segunda via em Miracema, descobriu que a certidão antiga não havia sido lançada no livro de registros. Apesar da garantia de seu Antônio de que o documento existiu, nenhum arquivo foi encontrado. Após meses em busca de respostas em diferentes cartórios, Antônio teve outra surpresa: no lugar do registro de nascimento, o sistema apontava uma certidão de óbito de um homem com o mesmo nome, morto em São Paulo. O nome da mãe também era o mesmo, com apenas uma letra diferente na grafia. "Saí do Fórum direto para casa. Chorei bastante, quase entrei em depressão", relembrou o lavrador.