Mais de 30 bebês nascem no Dia das Mães em maternidades de Manaus
Maternidades da rede estadual na capital registraram 34 nascimentos nas primeiras horas do Dia das Mães Foto: Evandro Seixas / SES-AM Até as 16h deste domingo (10), 34 bebês nasceram nas maternidades da rede estadual de saúde em Manaus durante o Dia das Mães. Os partos aconteceram em sete unidades administradas pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), que funcionaram em regime especial durante a data. Segundo a secretaria, equipes foram reforçadas para garantir atendimento às mães e aos recém-nascidos. As maternidades mantêm plantão 24 horas mesmo em feriados e datas comemorativas. O dia também foi marcado por histórias de mães que viveram a data pela primeira vez. A estudante Déborah dos Santos, de 21 anos, celebrou a chegada da filha Tiana Délia, nascida em 4 de maio. Ainda internada, ela recebe apoio da avó, Odélia Pinheiro, de 58 anos, que acompanha emocionada a primeira bisneta. “Meu maior medo era ficar internada, mas os profissionais me ajudaram e me tranquilizaram. Sou muito grata por todo o cuidado que recebi”, afirmou Déborah.

Maternidades da rede estadual na capital registraram 34 nascimentos nas primeiras horas do Dia das Mães Foto: Evandro Seixas / SES-AM Até as 16h deste domingo (10), 34 bebês nasceram nas maternidades da rede estadual de saúde em Manaus durante o Dia das Mães. Os partos aconteceram em sete unidades administradas pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), que funcionaram em regime especial durante a data. Segundo a secretaria, equipes foram reforçadas para garantir atendimento às mães e aos recém-nascidos. As maternidades mantêm plantão 24 horas mesmo em feriados e datas comemorativas. O dia também foi marcado por histórias de mães que viveram a data pela primeira vez. A estudante Déborah dos Santos, de 21 anos, celebrou a chegada da filha Tiana Délia, nascida em 4 de maio. Ainda internada, ela recebe apoio da avó, Odélia Pinheiro, de 58 anos, que acompanha emocionada a primeira bisneta. “Meu maior medo era ficar internada, mas os profissionais me ajudaram e me tranquilizaram. Sou muito grata por todo o cuidado que recebi”, afirmou Déborah.

