Policial militar aposentado morto a tiros em sítio havia sido condenado por chacina em Manaus
Policial militar aposentado e outro homem são mortos a tiros em sítio no Tarumã O policial militar aposentado Francisco Marques dos Reis, de 51 anos, morto a tiros em um sítio no bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus, havia sido condenado por participação em uma chacina no bairro Santa Etelvina, na Zona Norte da capital. Na época, quatro pessoas foram mortas após uma disputa de terras entre bairros. Francisco, conhecido como "Max", foi executado, na sexta-feira (27), por homens encapuzados e armados com fuzis. Outro homem, que ainda não teve a identidade divulgada, também foi morto na ação. O caso é investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). De acordo com o Tribunal de Justiça do Amazonas, o ex-policial foi condenado a 64 anos e oito meses de prisão, em regime fechado, pela participação em uma chacina ocorrida em 2015, no bairro Santa Etelvina. Inicialmente, ele havia sido absolvido em julgamento realizado em 2018. No entanto, o Ministério Público recorreu da decisão, e o tribunal anulou a absolvição, determinando a realização de um novo júri.

Policial militar aposentado e outro homem são mortos a tiros em sítio no Tarumã O policial militar aposentado Francisco Marques dos Reis, de 51 anos, morto a tiros em um sítio no bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus, havia sido condenado por participação em uma chacina no bairro Santa Etelvina, na Zona Norte da capital. Na época, quatro pessoas foram mortas após uma disputa de terras entre bairros. Francisco, conhecido como "Max", foi executado, na sexta-feira (27), por homens encapuzados e armados com fuzis. Outro homem, que ainda não teve a identidade divulgada, também foi morto na ação. O caso é investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). De acordo com o Tribunal de Justiça do Amazonas, o ex-policial foi condenado a 64 anos e oito meses de prisão, em regime fechado, pela participação em uma chacina ocorrida em 2015, no bairro Santa Etelvina. Inicialmente, ele havia sido absolvido em julgamento realizado em 2018. No entanto, o Ministério Público recorreu da decisão, e o tribunal anulou a absolvição, determinando a realização de um novo júri.

